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Mais duas vítimas do serial killer são localizadas

Para não serem violentadas, elas tiveram que ameaçar quebrar o veículo com uma barra de ferro. Caso aconteceu no sábado (24), um dia após a morte de Letícia

Willian Matos

Publicado

em

Marinésio
Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília
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Willian Matos
redacao@grupojbr.com

Mais duas vítimas de Marinésio dos Santos Olinto, serial killer que confessou ter matado Letícia Sousa Curado Melo na última sexta-feira (23), foram descobertas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Agora, são cinco as mulheres que sofreram abusos do suspeito.

A delegada-titular da 6ª Delegacia de Polícia, Jane Klebia, explicou os relatos das duas vítimas, que são irmãs. “As meninas estavam saindo da balada, recorreram ao transporte pirata com ele e foram assediadas. Neste caso, elas conseguiram fugir porque pegaram uma barra de ferro que estava no carro e ameaçaram quebrar o veículo”, contou.

Este caso aconteceu no sábado (24). As jovens, de 18 e 21 anos, voltavam de uma festa próximo a Rodoviária de Planaltina, de madrugada, quando Marinésio ofereceu carona a elas. Logo após iniciar viagem, elas perceberam que o homem desviou do trajeto e seguiu rumo ao Vale do Amanhecer. Por sorte, elas encontraram a barra de ferro e, como defesa, ameaçaram o homem.

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Elas compareceram à delegacia após a repercussão do caso Letícia. A advogada de 26 anos estava desaparecida desde sexta (23). O corpo foi encontrado na segunda (26), após Marinésio confessar o crime e levar os policiais até o local.

A Polícia Civil trata o homem como um assassino em série (serial killer). A delegada Jane Klebia também afirma que “o acusado parece ser um maníaco“. Segundo a chefe, ele não fazia estudo prévio das vítimas e agia aleatoriamente. “Os depoimentos dele são incoerentes, sem nexo. Só uma análise psicológica pode nos dizer como ele é”, conta a delegada.




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