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Cidades

Jovem vai buscar a filha na casa do ex-marido e é esfaqueada pelo homem

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Inconformado com o fim do relacionamento, um homem de 40 anos tentou matar a ex-mulher com três facadas, na noite dessa terça-feira (6), em Ceilândia. O estado de saúde da mulher de 24 anos é considerado grave. O homem acabou preso por tentativa de feminicídio.

De acordo com a Polícia Militar, tudo ocorreu quando a mulher foi buscar a filha que estava na casa do ex-companheiro, por volta das 23h. Preocupada e temendo uma reação de ciúmes do homem, ela foi acompanhada por um amigo do trabalho, que a aguardou próximo à residência.

Instantes depois, o amigo ouviu os gritos de socorro e correu para ajudar a mulher. Ao entrar na casa, viu o homem cima da amiga, desferindo as facadas. O rapaz tentou conter o suspeito e acabou ferido na mão esquerda.

A Polícia Militar foi acionada e prendeu o homem em flagrante. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou atendimento preliminar às vítimas e as encaminhou para o Hospital Regional de Ceilândia. A mulher seguia em estado grave.

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Ao ser preso e encaminhado para a 23ª Delegacia de Polícia, o suspeito tentou justificar o crime com o uso de dois medicamentos. No entanto, foi confrontado pelo médico do Samu, que afirmou que caso ele tivesse realmente ingerido tal remédio, estaria desacordado.

Guará

Na madrugada de segunda (5), um homem de 35 anos foi preso após agredir a esposa, 25, e o enteado, 7, com uma faca e um martelo, no Guará. De acordo com a Polícia Militar, inicialmente, o suspeito agrediu a mulher com chutes, socos e tentou estrangulá-la. Durante a ação, o homem ainda usou uma faca e um martelo para intimidar a jovem.

A vítima chegou a morder a orelha do marido na tentativa de parar as agressões. Nesse momento, o filho da mulher tentou ajudar a mãe e foi jogado contra a parede. O menino correu e pediu ajuda a uma vizinha, que acionou a corporação. O criminoso foi preso em flagrante.

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Ceilândia

No domingo, uma mulher reagiu a uma série de agressões e acabou matando o marido, em Ceilândia. Damião Antônio dos Santos, de 33 anos, chegou em casa bêbado e começou a discutir com a esposa. Na sequência, a agrediu com socos, pontapés e coronhadas com arma de fogo.

Durante a briga, Damião baleou a mulher no tórax e no braço. Ele ainda tentou atirar outras duas vezes, mas a arma falhou. Nesse momento, a mulher pegou uma faca e desferiu golpes contra Damião, que acabou não resistindo. Quando as equipes policiais chegaram na residência, o homem já se encontrada morto e com uma faca cravada nas costas.

A mulher foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital Regional de Ceilândia. Em seguida, ela prestou depoimento e foi submetida a exames de corpo de delito, no Instituto Médico Legal (IML). Ela não foi autuada em flagrante porque, no entendimento da polícia, agiu em legítima defesa.

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Feminicídio

Diariamente, 38 mulheres, em média, foram vítimas de violência doméstica no Distrito Federal e denunciaram às autoridades com base na Lei Maria da Penha, no ano passado. As maiores incidências, segundo estudo da Secretaria de Segurança Pública e Paz Social, aconteceram aos domingos entre 18h e 20h59. Ao todo, houve 14.156 registros, e quase 8% foram vítimas mais de uma vez. O Governo de Brasília promete uma rede de proteção às mulheres com “botão do pânico” e pesquisas para enfrentamento da violência.

Dezenove mulheres foram vítimas de feminicídio – quando elas são mortas devido ao gênero – e outras 17 conseguiram escapar da morte. Mais de 70 foram estupradas, e 57 abusadas na infância ou adolescência. Outras 60 sofreram com cárcere privado, 8.279 foram ameaçadas e 8.088 injuriadas.

Em vigor desde 2015, a Lei 13.104 alterou o código penal para incluir o feminicídio como mais uma modalidade de homicídio qualificado. Por “razões da condição de sexo feminino”, a Lei explica em duas hipóteses: a) violência doméstica e familiar; b) menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Além disso, a legislação aumentou a pena para esse tipo de crime.

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