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Ibaneis quer dar à Polícia Militar o poder de fechar e autuar bares e restaurantes

Desde a semana passada, estabelecimentos desta natureza no DF só podem funcionar até 23h. A medida visa conter o aumento dos casos de covid-19

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Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
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Willian Matos e Catarina Lima
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O governador Ibaneis Rocha falou, nesta segunda-feira (7), sobre a restrição horária feita a bares e restaurantes do Distrito Federal na semana passada. Ibaneis avaliou que muitos estabelecimentos respeitaram a medida e disse que quer dar à Polícia Militar (PMDF) o poder de fechar e autuar quem descumpra a ordem.

“Nós temos que parabenizar aqueles que cumpriram. Aqueles que não cumpriram, grande parte foram multados, vários deles fechados. E agora nós estamos trabalhando em uma portaria conjunta para que a Polícia Militar tenha o poder de fechar e autuar esses estabelecimentos”, comentou o governador.

Ibaneis também pediu consciência à população. “Esperamos que as pessoas tenham consciência. Não existe vacina ainda”, disse. “A doença tá aí. Quando saímos com esse decreto, havia uma verificação do descumprimento desses ambientes. Por isso é que nós fizemos exatamente focado nos bares e restaurantes”, completou.

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“Nós vamos atuar de forma firme a fechar esses estabelecimentos que estão descumprindo as normas.”

Decreto

No dia 1º de dezembro, o GDF publicou decreto ordenando que bares e restaurantes funcionem apenas até 23h, todos os dias da semana. Ibaneis justificou a restrição afirmando que baladas registram mais casos de descumprimento às medidas de prevenção ao novo coronavírus.

“A gente tem notado, através da fiscalização do DF Legal, que a maior desobediência a uso de máscara e distanciamento tem sido justamente nas baladas, e as baladas geralmente começam às 23 horas”, comentou o governador. “Foi exatamente por isso que escolhemos o horário.”

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Após certa estabilização, os casos de covid-19 têm crescido no DF. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, admitiu que a taxa de transmissão subiu de 1 para 1,3 — significa que um cidadão infectado transmite o vírus para mais de uma pessoa. O boletim mais recente aponta que 3.985 pessoas perderam a vida em decorrência da doença.




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