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Ibaneis promete zerar fila de exames de ressonância magnética

Segundo o governador, pacientes já serão chamados nesta quinta (29). Cinco unidades de saúde reforçarão o atendimento

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em

Foto: Agência Brasília
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Willian Matos
redacao@grupojbr.com

O governador Ibaneis Rocha prometeu, nesta terça-feira (28), zerar a fila de mais de 21 mil pacientes que esperam para realizar exames de ressonância magnética na rede pública de saúde do Distrito Federal. Em reunião com as unidades credenciadas, foi definido um prazo de 60 dias para que todos sejam atendidos.

Após pedir desculpas à população pela longa espera, Ibaneis firmou credenciamento de outras cinco unidades que serão parceiras da rede pública no DF na realização destes exames. São elas: os  hospitais São Francisco, Daher e Santa Marta; a clínica Organik e o Centro de Imagens Gama. O Governo do Distrito Federal (GDF) paga R$ 406 a cada procedimento feito em uma das redes credenciadas.

“Convoquei reunião com os hospitais e clinicas credenciadas e me disseram que, no prazo máximo de 60 dias, estaremos com essa fila zerada”, afirmou o governador.

O prazo é, de fato, intransponível, segundo Ibaneis. O chefe do Executivo local promete que, a partir de quinta-feira (29), os pacientes já começarão a ser chamados. Para o governador, o ideal é que os atendimentos não levem 60 dias.

“Estou trabalhando para que elas [as empresas] atuem no contraturno para que nós possamos zerar isso no prazo máximo de 45 [dias].”

Ibaneis também disse que conversou com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, para que não se crie mais uma fila grande de pacientes.

“Chamei atenção do secretário de Saúde para que tenha um pouco mais de atenção nestas crises, de modo a tratar bem a população, que precisa destes exames para diagnosticar doenças e dar andamento a tratamentos”, contou.

PET Scan

Ibaneis concluiu comentando sobre as dificuldades enfrentadas pelo atual governo desde que o mandato teve início. O governador lembrou do PET Scan, adquirido pelo GDF em 2013, mas que está paralisado por conta de imbróglio com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

“O único equipamento [o PET Scan] que tinha, estava nessa situação. As três clínicas que estavam fazendo atendimento, suspenderam. Agora é a vez de retomar e resolver o problema”, finalizou o governador.

O PET Scan é considerado um dos mais modernos para diagnosticar e acompanhar diversas doenças com precisão, como cânceres e tumores. Ele pode realizar entre 12 a 15 exames por dia. Atualmente, na rede pública de saúde, o exame equivalente disponível é a tomografia, que é menos precisa.

Modelo de PET Scan. Foto: Reprodução

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) assinou um termo de ajustamento de conduta (TAC) no dia 22 de maio deste ano para tentar colocar o PET Scan em funcionamento — o que aconteceria no Instituto Hospital de Base (IHBDF). Agora, o Iges-DF espera manifestação do MPDFT para a conclusão do processo.


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