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Homem que esfaqueou ex-mulher por ciúmes vai continuar preso

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O homem acusado de esfaquear a ex-mulher por ciúmes, em um festa no Recanto das Emas, passou por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (15), e vai continuar preso. A Justiça converteu a prisão em flagrante para prisão preventiva. Durante a audiência, o homem afirmou que possui hepatite B, por isso, foi determinado o presídio o encaminhe para inspeção médica e seja medicado, caso haja necessidade.

“O fato é gravíssimo e a prisão se mostra necessária. Além disso, há histórico de violência doméstica e familiar, conforme folha de antecedentes do agente, que consta diversos outros procedimentos recentes por violência doméstica e familiar, inclusive com condenação definitiva. As circunstâncias, aliadas ao histórico de violência já existente, indicam a necessidade da prisão preventiva do autuado para preservar a ordem pública e a integridade física e psíquica da vítima”, informou o TJDFT.

O crime ocorreu no sábado, na quadra 404 da Região Administrativa, e foi motivado por ciúmes. A vítima foi encontrada por policiais militares do Grupo Tático Operacional do 28º Batalhão a caminho da Unidade de Pronto Atendimento (UPA). De acordo com o sargento Nogueira, jorrava muito sangue dos ferimentos. As buscas pelo autor começaram após familiares indicarem a identidade dele.

O homem foi preso a menos de dois quilômetros do local do crime, na rua, recebendo atendimento do Corpo de Bombeiros. Ele estava com um corte profundo nas costas, onde foram necessários 45 pontos, além de cortes superficiais na costela e no peito.

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O suspeito acusou o atual namorado da mulher, mas, após depoimentos, constatou-se que ele foi agredido por populares que presenciaram o ataque a ela. Um policial militar acompanhou a ambulância até o HRT, onde o suspeito foi atendido e depois levado à delegacia. A investigação continua e as facas usadas no crime não foram encontradas.

De janeiro a setembro de 2017, último mês com dados disponibilizados, houve 10.810 casos de violência doméstica, 14 de feminicídio e 49 tentativas de homicídio contra mulheres. A média é de 1.208 agressões mensais ou 39 casos diários.


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