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Fábio Felix destaca caráter político de Parada LGBT em Brasília

O distrital esteve presente no evento deste domingo (14). Segundo o parlamentar, o movimento traz hoje um caráter militante

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Fábio Felix. Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília.
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Ana Karolline Rodrigues
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Ocorre, neste domingo (14), a 22ª edição da Parada do Orgulho LGBT de Brasília no centro da capital Federal. Em frente ao Congresso Nacional, trios elétricos se concentram para seguir em direção à Torre de TV. No local, o deputado distrital Fábio Felix (PSOL) destacou o tom crítico do movimento deste ano para com o governo Federal, de Jair Bolsonaro (PSL).

“É uma Parada que tem o caráter bem militante, muito crítico ao Bolsonaro. Tem um tom muito acima das outras, porque é uma Parada para enfrentar um dos governos mais homofóbicos desde o início da República no Brasil”, disse o deputado ao Jornal de Brasília.

Para Fábio Felix, ainda mais que nas outras edições, a Parada LGBT deste ano se trata de uma festa-protesto. “Comemoramos os 40 anos do movimento Beijo Livre e lembramos os 50 anos de Stonewall. É uma celebração meio festa, meio ato, porque também protestando, mas que celebramos com muita alegria”, afirmou.

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Próximo aos trios elétricos, o deputado e funcionários de seu gabinete divulgavam informativos para o público presente. Segundo Mary Gambiarra, 30 anos, Drag Queen que trabalha no gabinete do distrital, o momento é um ato político, mas também uma oportunidade para levar informação à comunidade LGBT.

Mary Gambiarra. Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília.

“Desde que comecei a me montar vou em todas, há cinco anos. Na verdade, comecei a me montar para Paradas LGBT. Agora componho o Coletivo Distrito Drag, onde fazemos diversos projetos e trabalhamos para a diversidade”, contou.

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“Hoje estamos aqui nessa ação do gabinete distribuindo esses informativos e reafirmando o nosso orgulho. A parada já é um ato político. A gente ir para a rua mostrar nossas cara, já é político, mas esse ano é especial”, considerou.

Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília.

Segurança

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Em frente ao Congresso Nacional, uma unidade móvel da Sejus juntamente com a Polícia Civil do DF, por meio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou Por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (DECRIN), oferecem atendimentos à população LGBT.

As equipes darão suporte e orientações sobre o passo a passo de como fazer uma denúncia por motivação LGBTfóbica. Na mesma unidade, a Secretaria de Saúde distribui materiais informativos e preservativos.

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