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Cidades

Empréstimos para novos empreendimentos no DF liberados

Recursos, autorizados pelo Cofap, vão garantir modernização de negócios em Brasília e também municípios goianos

Lindauro Gomes

Publicado

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Da Redação
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Na última reunião do semestre do Conselho de Financiamento à Atividade Produtiva (Cofap), mais de R$ 40 milhões em financiamentos para atividades dos setores rural, turismo, serviços e infraestrutura de empresas do Distrito Federal e entorno foram liberados. Foram aprovados sete dos nove contratos analisados pelo colegiado.

O Instituto do Coração de Taguatinga foi uma das empresas beneficiadas no DF. A empresa poderá contratar R$ 2,6 milhões para compra de equipamentos de hemodinâmica. “Essa máquina realiza procedimentos de cateterismo menos invasivos, o que significa mais modernização tecnológica e consequentemente melhor qualidade no atendimento aos pacientes”, explica o responsável financeiro da empresa, Micael Almeida.

Outra empresa brasiliense que teve a carta-consulta aprovada pelo Cofap foi a P.O Solar Energy LDTA. Neste caso, foram aprovados R$ 9 milhões para investir na construção de uma usina fotovoltaica, aquelas usadas na produção de energia solar.

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Os recursos aprovados pelo Cofap são provenientes do Fundo Constitucional do Centro-Oeste, o FCO. Depois de aprovados comitê, os empréstimos são sujeitos a análise do Banco do Brasil ou BRB.

Apenas no primeiro semestre deste ano foram aprovadas 37 cartas-consulta que resultaram na liberação de R$ 262 milhões de reais. Em 2018, foram liberados R$ 397 milhões no mesmo período.

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Dinheiro para o Entorno

Além do Distrito Federal, os recursos do FCO contemplam empréstimos para municípios que fazem parte da Região Integrada de Desenvolvimento do DF, a RIDE. No caso da última reunião, foram aprovadas outras cinco cartas consulta para investimentos em fazendas localizadas em Alexânia, Corumbá e Formosa.

As vantagens em tomar um financiamento dessa natureza são as taxas de juros que costumam ser mais baixas que as demais linhas de crédito praticadas no mercado, além do maior número de parcelas para pagamento. O valor mínimo por contrato é deve ser de R$ 1 milhão.

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Com informações de Agência Brasília




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