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Cidades

DF Livre de Carcaças retira mais de 400 veículos abandonados nas ruas do Distrito Federal

Operação conjunta atua com rigor, durante todo o ano de 2020, para eliminar focos do Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya

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Iniciada em fevereiro deste ano, a operação DF Livre de Carcaças retirou 442 carros abandonados das ruas. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a ação integra a série de medidas adotadas pelo GDF para eliminar focos do mosquito Aedes aegypti – transmissor de dengue, zika e chikungunya.

Também participam dessa operação as secretarias de Cidades, Executiva de Políticas Públicas e DF Legal, o Departamento de Trânsito (Detran), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Saúde (SES), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Prioridade para o GDF

“Essa ação é pioneira no DF e demonstra a capacidade de interlocução entre os diversos órgãos envolvidos, cada um na sua área de atuação no combate ao Aedes aegypti, [o que] evidencia que é uma ação prioritária para o Governo do Distrito Federal”, destaca o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres.

O secretário lembra que a retirada dos materiais das ruas também contribui para o aumento da sensação de segurança da população. “Os carros abandonados podem servir como ponto para usuários de drogas ou esconderijos”, explica. “Dessa forma, retirá-los dá mais tranquilidade a quem diariamente precisa passar por esses locais”.

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A secretária executiva de Políticas Públicas, Meire Mota, ressalta que os resultados são perceptíveis. “Vemos cidades mais limpas, mais seguras e protegidas dos perigosos focos de dengue”, avalia.

Identificação

O mapeamento do material a ser recolhido é feito pelos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), população e administrações regionais. “Estar próximo da comunidade é um elemento facilitador para as ações de segurança pública, e os Consegs nos proporcionam isso”, valoriza o coordenador dos Consegs, Marcelo Batista.

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Depósito

O material recolhido é levado para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial.

Conscientização

Além da retirada dos materiais, sempre é realizado um trabalho educativo com moradores e donos de estabelecimentos que deixam as carcaças estacionadas em locais indevidos.

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A operação já foi feita em Samambaia, Candangolândia, Guará, Sudoeste, Taguatinga, SIA, Plano Piloto, Paranoá, Ceilândia, Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, Sobradinho I, São Sebastião, Núcleo Bandeirante, Arniqueira, Riacho Fundo II, Cruzeiro e Planaltina. Também foram contempladas as faixas de domínio do DER, dos pátios da 15ª e 19ª delegacias de polícia e do Setor de Oficinas Sul (SOF).

“Contamos com o apoio da administração regional de cada localidade em que atuamos, e a população também tem participação importante, tanto nas reuniões dos Conselhos quanto enviando e-mails com informações”, frisa o coordenador dos Consegs.

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As reuniões presenciais dos Consegs serão retomadas a partir de janeiro, seguindo protocolos sanitários, mas ainda poderão ocorrer de forma virtual, dependendo da localidade e necessidade. Para contribuir com a identificação das carcaças, basta enviar um e-mail para [email protected], com informações que facilitem a localização dos entulhos.

As informações são da Agência Brasília

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