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Defesa Civil recebe denúncias sobre a dengue no 199

Inicialmente, a medida foi adotada, pela primeira vez, em junho para combater a proliferação do mosquito. Órgão decidiu continuar o serviço devido à grande procura

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Da Redação
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As ações preventivas de combate à dengue seguem a todo vapor no Distrito Federal. Além do monitoramento diário feito por um grupo de trabalho que envolve vários órgãos do governo, a Defesa Civil continua recebendo denúncias pelo 199 sobre o Aedes aegypti. Inicialmente, uma parceria foi firmada em junho entre a Secretaria de Saúde e a Defesa Civil, pela primeira vez, para prestar informações sobre o mosquito pelo telefone.

Há quinze dias a Defesa Civil recebeu 32 queixas de moradores das regiões administrativas do DF. A previsão é de que esses casos sejam solucionados na segunda quinzena deste mês. Entre as principais reclamações estão terrenos baldios com lixo e piscinas abandonadas. O subsecretário da Defesa Civil, Sérgio Bezerra, ressalta a importância do apoio da população para ampliar o olhar de fiscalização do Estado com relação ao Aedes aegypti. “Quem conhece melhor o espaço onde vive é quem mora lá. Se as pessoas têm informações de que o vírus pode se proliferar elas devem fazer a denúncia”, orienta.   

As reclamações podem ser feitas de forma anônima a qualquer hora do dia. Após o denunciante explicar a situação, os agentes vão até o local e dão um prazo para que o morador limpe o terreno. Caso o dono do imóvel não tenha condições de fazer a higienização, órgãos do governo serão mobilizados para fazer a limpeza. 

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Bezerra lembra que em alguns caso é necessário convencer o inquilino sobre a necessidade de limpeza do local. “Há pessoas que são acumuladoras e preenchem um espaço vazio com um bem material. Não podemos chegar lá e simplesmente tirar o lixo”, afirma. Caso o morador não permita a higienização do terreno, os agentes, respaldados pela lei, tomarão providências para solucionar o problema. 

Atualmente, a Secretaria de Saúde conta com o trabalho de inspeção de aproximadamente 470 agentes em campo, entre servidores da Vigilância Ambiental, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e outros profissionais cedidos. Cada agente inspeciona em média de 20 casas por dia. O telefone 199 também faz atendimento a outros tipos de chamado em situações de desastre, como chuvas fortes, inundações, alagamentos, entre outros. 

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Com informações da Agência Brasília.




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