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Covid-19: Sputnik V deve se fabricada em Brasília

Uma comitiva da União Química, empresa brasileira que produzirá a vacina, embarcou para a Rússia, nesta segunda, com objetivo de fazer a validação dos processos industriais para a vacinação

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A vacina russa Sputnik V, começará a ser produzida em Brasília já nesta sexta-feira (15). Entretanto, apenas para caráter de exportação para outros países da América Latina, onde a vacina já foi liberada. No Brasil, a Sputnik V está em sua fase 3 de testes, e devem durar de 45 a 60 dias, após autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na Argentina, a vacinação contra a Covid-19 começou no dia 29 de dezembro de 2020. O país recebeu 300 mil doses da Sputnik V no dia 24 e deve importar mais do Brasil.

O pedido para uso emergencial do imunizante pode ser feito durante o desenvolvimento da fase 3. Uma comitiva da União Química, empresa brasileira que produzirá a vacina, embarcou para a Rússia, nesta segunda, com objetivo de fazer a validação dos processos industriais para a vacinação.

Com o anúncio de uma eficácia de 91,4% em sua fase final de estudos, feito em dezembro de 2020, a Sputnik V até então, a pesquisa não teve revisão nem foi publicada por outros especialistas. O imunizante foi desenvolvido pelo Instituto Gamaleya.

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A vacina foi aplicada em, aproximadamente, 1,5 milhão de pessoas no mundo, segundo o porta-voz do fundo soberano russo que financia o desenvolvimento do produto, Arseni Palaguin, disse à Agência France Press (AFP). Além do Brasil, Índia, China, Coreia do Sul e outros países produzem suprimentos da vacina russa para o mercado global.




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