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Cidades

Covid-19: com 192 mil recuperados no DF, Saúde encerra atividades do Hospital de Campanha do Mané Garrincha

Os últimos pacientes internados receberão alta e, junto à eles, estarão comemorando outros pacientes que passaram pela unidade temporária

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Reprodução
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Com 192.455 recuperados da covid-19 no Distrito Federal, o equivalente a 95,2% do total de casos, a Secretaria de Saúde encerrará, nesta quinta-feira (15), as atividades do Hospital de Campanha do Estádio Mané Garrincha. Os últimos pacientes internados receberão alta e, junto à eles, estarão comemorando outros pacientes que passaram pela unidade, os de números 100, 200, 1 mil e 1,5 mil.

O DF alcançou, nesta quarta-feira (14), a marca de 202.058 pacientes contaminados pela covid-19, incluindo óbitos e pacientes recuperados, sendo que, deste total, 6.115 são casos ativos. No período de 24 horas, 828 novos diagnósticos foram registrados na capital.

As regiões do DF com mais casos registrados são Ceilândia, com 24.015 casos, Taguatinga, com 16.758 casos, e Plano Piloto, com 15.975 casos. Mesmo com a alta de diagnósticos no DF, desde o boletim divulgado às 18h dessa terça-feira (13), 652 novos pacientes recuperados foram registrados.

Com relação ao local de residência dos casos, 177.107 (87,7%) residem no DF e 16.804 (8,3%) residem em outras Unidades Federadas (UF), sendo que os municípios do entorno respondem pela maior proporção dos casos de outras UF.

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O número de vítimas fatais também aumentou, chegando a 3.488. Também nas últimas 24 horas foram registrados 22 óbitos sendo que, deste total, nenhum faleceu nesta quarta. Entre o total de vítimas, 3.209 são de residência do DF e 279 de residência de outros estados.

Média Móvel

A média de casos por data do início dos sintomas apresentou uma tendência de crescimento acentuado desde o início da pandemia até primeira quinzena de junho, com oscilação decrescente na segunda quinzena. Em julho observa a retomada do crescimento de casos e um padrão de oscilação que se manteve entre a segunda quinzena de julho e a primeira de agosto. Devido as ações de investigação epidemiológica a tendência de queda observada a partir da segunda quinzena de agosto pode sofrer alterações.

Em relação aos óbitos a média móvel mostra uma tendência crescente desde o início da pandemia. A tendência de queda nas últimas semanas pode ser explicada pelos óbitos que ainda estão em investigação neste período.




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