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Coronavírus: DF registra 818 novos casos nas últimas 24 horas

Entretanto, dos 201 mil contaminados, 191.803 estão recuperados, o equivalente a 95,3%. Nas últimas 24 horas, 648 foram registrados

Aline Rocha

Publicado

em

Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília
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O Distrito Federal (DF) alcançou, nesta terça-feira (13), a marca de 201 mil casos do novo coronavírus. Desde o início da pandemia de covid-19 no DF, 201.230 pacientes foram diagnosticados, este total inclui o número de pacientes recuperados e óbitos. Desde o boletim divulgado às 18h de ontem (12), 818 novos diagnósticos foram registrados.

As cidades com mais casos confirmados são Ceilândia, Taguatinga e Plano Piloto, com 24.885, 16.707 e 15.902 casos, respectivamente. Entretanto, dos 201 mil contaminados, 191.803 estão recuperados, o equivalente a 95,3%. Nas últimas 24 horas, 648 foram registrados.

Com relação ao local de residência dos casos, 176.488 (87,7%) residem no DF e 16.621 (8,3%) residem em outras Unidades Federadas (UF), sendo que os municípios do entorno respondem pela maior proporção dos casos de outras UF.

O número de vítimas fatais também aumentou, chegando a 3.466. No mesmo período de 24 horas foram registrados 26 óbitos. Deste total, nenhum faleceu nesta terça-feira. Entre as vítimas, 274 são de residência de outros estados e 3.192 de residência do DF.

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Média Móvel

A média de casos por data do início dos sintomas apresentou uma tendência de crescimento acentuado desde o início da pandemia até primeira quinzena de junho, com oscilação decrescente na segunda quinzena. Em julho observa a retomada do crescimento de casos e um padrão de oscilação que se manteve entre a segunda quinzena de julho e a primeira de agosto. Devido as ações de investigação epidemiológica a tendência de queda observada a partir da segunda quinzena de agosto pode sofrer alterações.

Em relação aos óbitos a média móvel mostra uma tendência crescente desde o início da pandemia até a primeira quinzena de agosto, com posterior tendência decrescente. Cabe destacar que a acentuada redução dos últimos 15 dias pode ser explicada pelos óbitos que ainda estão em investigação.




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