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Cidades

Carnaval seguro: Saúde aumentará em 15% o número de camisinhas

Serão 240 mil unidades extras, totalizando 1,8 milhão a serem distribuídos durante esse período

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Foto: Breno Esaki/Saúde
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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal  vai aumentar, durante o Carnaval, em 15% a grade de preservativos. Serão 240 mil unidades extras, totalizando 1,8 milhão a serem distribuídos durante esse período. 

“As ações no Carnaval estão sendo feitas em parceria com os estabelecimentos de saúde pública, privada e sociedade civil, com distribuição de preservativos, incentivo à prevenção, empréstimo de material e participação na elaboração da campanha midiática do carnaval”, explica a gerente substituta de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Carina Matos.

Dessa maneira, blocos, organizações não-governamentais (ONGs), outras secretarias de governo, representantes da sociedade civil e funcionários de empresa receberão os preservativos da Saúde e farão a distribuição. 

Prevenção combinada

Segundo Carina Matos, o preservativo não é a única maneira de se prevenir, apesar de ser a forma mais acessível e difundida. “O conceito de prevenção combinada é adequar ao paciente e parceiros quantos e quais os meios de prevenção serão escolhidos. Temos várias opções”, complementa.

Além dos preservativos masculino e feminino, o gel lubrificante também é distribuído pela Secretaria de Saúde. A testagem regular e o tratamento, em caso de descoberta de alguma infecção sexualmente transmissível, também são formas de prevenção.

“Diagnosticar as IST e iniciar o tratamento é importante para quebrar as cadeias de transmissão! O tratamento das IST pode ser feitos na UBS ou nos serviços de atenção especializada, no caso do HIV e hepatites virais”, enumera Carina Matos. Os testes estão disponíveis em todas as unidades básicas de saúde e NTA (antigo CTA) no mezanino da rodoviária do Plano Piloto.

A profilaxia também é uma forma de prevenção. Aquela de pós-exposição, está disponível nas unidades de pronto atendimento. “Consiste no uso da medicação após uma exposição (acidente ou sexual – consentida ou por violência) no intuito de prevenir a infecção pelo HIV”, explica a gerente. Há outra, de pré-exposição, indicada para casos em que a pessoa já tenha contato frequente com pessoa com HIV.

 

Com informações da Agência Brasília


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