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Brasilienses lotam bares em estreia da Seleção na Copa do Mundo

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João Paulo Mariano
redacao@grupojbr.com

São mais de 11 mil km separando Brasília a Rostov-Do-Don, na Rússia – local da estreia brasileira na Copa do Mundo Fifa 2018. Porém, essa distância não foi suficiente para desanimar os brasileiros que se agruparam em bares, casas e em parques, deixando as ruas vazias. A torcida foi boa, mas não o suficiente para incentivar os 11 jogadores em campo a fazerem mais de um gol. O Brasil empatou, em 1 a 1, contra o time suíço e segue para enfrentar a Costa Rica, nesta sexta (22).

Nem o primeiro gol de Philippe Coutinho aos 20 minutos do primeiro tempo tirou a tensão do brasiliense. Até porque o gol da Suíça chegou antes dos cinco minutos do segundo tempo. Daí em diante a aflição tomou de conta. Cada lance que possibilitava um gol, de um lado ou do outro, causava um pequeno desespero.

Guilherme Queiroz, 10 anos. Foto: Kleber Lima/Jornal de Brasília

Com o fim do segundo tempo e sem a Vitória, teve torcedor que reclamou. O pequeno Guilherme Queiroz, 10, não sabia esconder a chateação. Enquanto os adultos de sua mesa aproveitavam a música do bar, ele ficou sentado e cabisbaixo. “O Brasil precisa mudar de atitude. Tem que jogar mais”, fala Guilherme, o Capitão do time de futebol do clube onde joga.

A felicidade era porque ele acertou o palpite de quem faria o primeiro gol. Como vascaíno, a torcida era para Philippe Coutinho. Mas, “ficou faltando um gol do Neymar”, já que ele queria 2×0.

Apesar disso, teve gente que ficou feliz do empate. O médico Gabriel Arantes, 33, apostou pelo 1×1 no bolão com os amigos que foram assistir o jogo com ele. “Como torcedor, eu esperava mais. Mas, como apostador, eu estou feliz com o que ganhei”, comemorava com os trinta e poucos reais na mão.

Expectativas
Apesar das incertezas se a equipe brasileira estaria pronta ou não para enfrentar os adversários, o comércio estava otimista. O Sindicato do comércio Varejista (Sindvarejista), por exemplo,estimava um crescimento de 4% nas vendas do setor. Os donos de bares também estão animados. Não é para menos.

Em um bar do SIG, a expectativa era receber 400 pessoas, porém, durante todo o dia, foram mais de 700. Só nas vendas antecipadas foram 250 ingressos. O proprietário do estabelecimento, Arthur Weiler, relata que precisou rearranjar mesas e cadeiras para que as 500 pessoas que estavam no local durante os 90 minutos de jogo.

“Eu sabia que durante os jogos do Brasil ia lotar, mas está e chegando em todos os jogos. Quinta e sexta estava tudo cheio


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