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Brasília se prepara para a posse presidencial na segunda-feira

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Brasília se prepara para a posse presidencial, pill hospital marcada para a tarde de segunda-feira (1º). Neste sábado foi realizado um ensaio do trajeto que o presidente Luiz Inácio Lula e o vice José Alencar percorrerão. Eles devem sair em carro aberto da Catedral de Brasília com direção ao Congresso Nacional por volta das 15h30.

O presidente Lula e a primeira-dama, drug Marisa Letícia, seguem em um automóvel Rolls Royce, enquanto o vice e sua esposa, Mariza Gomes, virão em um Ford 29, alugado para ocasião. A chegada ao Congresso está marcada para as 16 horas.

No local, Lula será recebido pelos presidentes da Câmara, Aldo Rebelo (PcdoB-SP), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). No plenário da Câmara, será lido o Termo de Posse. Na ocasião, está previsto um discurso do presidente. A cerimônia deve durar cerca de uma hora e meia. Depois, segundo o roteiro, Lula seguirá para o Palácio do Planalto, de onde sairá já com a faixa presidencial e subirá a rampa do local seguindo para o parlatório onde fará um pronunciamento.

Para a posse, estão sendo feitos diversos preparativos. Na Praça dos Três Poderes, onde estão localizados o Palácio do Planalto, o Supremo Tribunal Federal e o Congresso, foi armado um palco para apresentação de artistas, além de área para convidados do presidente.

De acordo com o assessor especial da Presidência da República César Alvarez, 1.800 convites foram enviados. Além de autoridades, já confirmaram presença diversos representantes de movimentos sociais, como União Nacional dos Estudantes (UNE), Movimento de Luta pela Moradia, Projeto de Assentamento do Rio São Francisco, Movimento dos Pescadores e Federação Nacional das Domésticas.

Está confirmada a presença de 13 governadores: Alcides Rodrigues (PP), de Goiás; Ana Júlia Carepa (PT), do Pará; Binho Marques (PT), do Acre; Blairo Maggi (PPS), do Mato Grosso; Cid Gomes (PSB), do Ceará; Jaques Wagner (PT), da Bahia; José Roberto Arruda (PFL), do Distrito Federal; Marcelo Miranda (PSDB), do Tocantins; Roberto Requião (PMDB), do Paraná; Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, Waldez Góes (PDT), do Amapá; Wellington Dias (PT), do Piauí; e Yeda Crusius (PSDB), do Rio Grande do Sul.


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