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Cidades

Artigo: o início das obras para instalação do PET CT é um marco da gestão do IGESDF na saúde do DF

A instalação do equipamento de tomografia computadorizada (PET CT) é, sem sombras de dúvidas, um divisor de águas na saúde pública do Distrito Federal

Lindauro Gomes

Publicado

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Por Francisco Araújo*

Em todas as revoluções, o novo, o inovador, o não experimentado, enfrentam muitas resistências. Implantar um novo e inovador modelo de gestão em saúde aqui no Distrito Federal está sendo um grande desafio.

Ao caminhar para o derradeiro mês do primeiro ano do governo Ibaneis, a aposta feita nos primeiros dias de mandato para criação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distritos Federal – IGESDF, apresenta entregas que garantem o acerto da decisão governamental que com o imperioso apoio da Câmara Legislativa, fez do instituto uma realidade para a população.

Evoluímos na quantidade de consultas, exames e cirurgias, reformamos as seis UPAs, regularizamos abastecimento de insumos e medicamentos em todas as unidades, criamos novos leitos hospitalares no Hospital Regional de Santa Maria, na UPA de Sobradinho e no Hospital de Base, contratamos mais de três mil novos profissionais de saúde. Para aprofundar nessas informações, basta entrar no site www.igesdf.org.br e ter acesso a notícias e informações que atestam esses resultados.

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Tudo isso, feito com um novo modelo de gestão, é para atender com mais presteza e qualidade as pessoas que precisam da saúde pública e gratuita no DF.

Acabamos de lançar o Projeto Humanizar, com o objetivo de mudar para melhor, imediatamente, a maneira de acolher as pessoas nas portas e dentro das unidades de saúde. Reformar, ampliar, abastecer, contratar recursos humanos, tudo isso precisa ser visto do ponto de vista da humanização das relações entre as pessoas, do acolhimento.

O Projeto Humanizar vai trabalhar esse acolhimento com um olhar especial para as pessoas, pois, disponibiliza monitores treinados, com uma gama de informações e com capacidade para auxiliar o usuário da saúde pública a ser mais bem atendido nas unidades da rede.

Para fazer as inúmeras entregas que fez, o IGESDF tem apostado em planejamento e numa estrutura operacional resolutiva que atesta o modelo inovador de gestão.

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Para continuar buscando e alcançado objetivos, o instituto lançou há pouco mais de 60 dias, um plano de 15 metas(**) a serem entregues até dezembro de 2020. Algumas dessas metas já estão sendo entregues.

Além do Projeto Humanizar, já implantado, vamos dar Ordem de Serviço para o início das obras de engenharia que permitirão a instalação do aparelho PET CT, que realiza exames de imagens de alto custo. Esse equipamento, adquirido por US$ 1 milhão, encontrava-se encaixotado nos corredores do Hospital de Base há mais de seis anos.

Quando o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal desenhou estas 15 metas, evidentemente, estávamos enxergando o futuro na perspectiva da resolutividade, e do alcance do atendimento de saúde ao maior número de pessoas no Distrito Federal.

A meta número dois, que trata da reestruturação do Núcleo de Medicina Nuclear com a instalação do equipamento de tomografia computadorizada (PET CT) é, sem sombras de dúvidas, um divisor de águas na saúde pública do Distrito Federal.

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Esse equipamento estava há mais de seis anos encaixotado nos corredores do Hospital de Base. Até então nenhum governo tinha conseguido assinar a ordem de serviço necessária para colocar o equipamento funcionando, de forma a realizar exames de imagem de alto custo, um serviço inédito para a população nas unidades públicas do DF.

Os motivos para essa falta de atitude, não nos convém julgar agora.
Podemos assegurar é que estamos aqui olhando para o passado com isenção, e para o futuro com obstinação na perspectiva de dar um novo norte à população que precisa desses exames. A partir do ano que vem, com o equipamento funcionando, equipes treinadas, e todos os insumos necessários, a população terá um serviço de qualidade, com a marca do IGESDF.

É necessário fazer esse registro com ênfase, porque estamos cuidando da saúde e, por consequência, da vida das pessoas.

Ao atingir essa meta marcante para a gestão do instituto, devemos encará-la como uma vitória, um resultado da força de um todo voltado para fazer aquilo que a saúde pública precisa e é um direito da população.

Muito ainda precisa ser feito. Mas, pouco a pouco, a saúde do DF está ficando melhor.

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E o IGESDF, com o seu novo modelo de gestão, está aqui para somar com a sociedade.

*Francisco Araújo é Diretor-presidente do IGESDF
**15 metas (www.igesdf.org.br)


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