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Brasília

Zombie Walk leva cerca de 1,5 mil "zumbi" a passearem pelas ruas de Brasília

Arquivo Geral

16/10/2011 15h44

Kamila Farias
kamila.farias@jornaldebrasilia.com.br

 

Pelo quarto ano seguido, “zumbis” invadem Brasília. Desde 2008, o Zombie Walk, evento realizado mundialmente, acolhe os adoradores do tema, que passeiam caracterizados pela cidade.

 

Ontem, cerca de 1,5 mil “zumbis” caminharam da Torre de TV até o Museu da República, passando pelo Pátio Brasil Shopping, Setor Comercial Sul, Conic e Rodoviária.

 

De acordo com o organizador, Phellipe Barusco, o objetivo é chamar a atenção da população. “Com isso queremos fazer com que os filmes  de terror renasçam e que o povo saia da rotina”, explica.

 

O evento foi combinado pela internet, usando todas as redes sociais como facebook e twitter. “Não tem fim político, isso é só para descontrair mesmo. Realizamos pelo menos uma manifestação por mês e a Zombie acontece anualmente, sempre nessa mesma época, sendo tudo combinado apenas pela internet”, afirmou  Barusco.

 

Além do Zombie Walk, eles realizam outras manifestações como Freezer, em que eles se congelam em pontos conhecidos da cidade; e o Pillow Figh, que é uma guerra de travesseiros por Brasília.

 

Definição

Zombie Walk é uma flash mob composta por um grande grupo de pessoas que se vestem de zumbis. Geralmente caminhando ou correndo por grandes centros urbanos. Os participantes organizam uma rota através das ruas da cidade, passando por shoppings, parques e outros locais com grande público.

 

Os  Zombie Walks são considerados por muitos participantes como um evento underground, onde os participantes  caracterizam-se e se comunicam como os zumbis dos filmes de terror.

 

Uma das primeiras Zombie Walks ocorreu em outubro de 2003, em Toronto, Canadá, com apenas seis participantes, e obteve grande repercussão. Em 27 de agosto de 2005 ocorreu em Vancouver a primeira Zombie Walk em grande escala, com mais de 400 participantes caminhando por mais de 35 quadras. A primeira realizada no Brasil foi em Belém, em 29 de outubro de 2006.

 

Nos vários modelitos, as pessoas realmente encarnam o personagem e se tornam irreconhecíveis. Para quem não foi com maquiagem, podia-se pagar R$ 5 e se transformar em um zumbi em instantes. A maioria se caracterizou com sangue e ferimentos preparados com água, maisena, corante vermelho e caramelo  ou também com mel, por exemplo.

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