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Brasília

Vigilância Sanitária fiscaliza blocos de carnaval no DF

A Secretaria de Saúde mobiliza equipes para inspecionar mais de 170 eventos entre 7 e 17 de fevereiro, visando prevenir riscos à saúde e garantir segurança alimentar

Redação Jornal de Brasília

07/02/2026 11h17

foto jhonatan cantarelle (1)

Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), por meio da Vigilância Sanitária, irá fiscalizar mais de 170 eventos de Carnaval e pré-carnaval que ocorrerão entre os dias 7 e 17 de fevereiro. A ação tem como objetivo prevenir riscos à saúde pública e garantir a segurança alimentar de foliões e trabalhadores envolvidos.

As fiscalizações começam neste sábado (7), com a acompanhamento do Galo Cego, no Setor Bancário Sul (SBS), a partir das 14h. Seis equipes de auditores de atividades urbanas serão mobilizadas para verificar a venda de bebidas, como vodca e gin, além de alimentos e lanches, incluindo salgados, sanduíches e comidas de boteco.

Os agentes também vistoriarão as estruturas dos postos médicos e ambulâncias, considerando as rotas de fuga para serviços de urgência e emergência, bem como a disponibilidade de banheiros químicos proporcional ao número de foliões. A diretora de Vigilância Sanitária, Márcia Olivé, informou que as equipes estarão presentes nas ruas 24 horas por dia durante todos os dias de folia.

O trabalho de fiscalização iniciou-se antes das festividades, com o licenciamento dos blocos, que precisam observar critérios sanitários e procedimentos técnico-operacionais estabelecidos pela Portaria nº 88, de 8 de março de 2024. Além disso, a Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) já está coletando e analisando amostras de bebidas e alimentos em estabelecimentos locais, em integração com o Laboratório Central de Saúde Pública.

Na próxima quarta-feira (12), a Vigilância Sanitária e a Secretaria Executiva das Cidades realizarão um treinamento para vendedores ambulantes sobre boas práticas de manipulação alimentar, incluindo orientações sobre o que pode ou não ser comercializado.

As estratégias visam coibir a venda de produtos irregulares, como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas falsificadas, adulteradas ou sem procedência. Produtos sem origem legal comprovada serão apreendidos. Márcia Olivé alertou para o risco de adulteração de bebidas com metanol, recomendando que os consumidores desconfiem e evitem ingerir bebidas sem rótulo ou lacre de segurança.

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