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Brasília

UTI neonatal do Hmib é reinaugurada após reforma completa

Investimento de R$ 3,1 milhões modernizou estrutura e ampliou cuidados especializados para bebês prematuros e recém-nascidos

Redação Jornal de Brasília

09/12/2025 15h54

Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) foi reinaugurada nesta terça-feira (9) após ampla reforma, com investimento de R$ 3,1 milhões. O espaço modernizado oferece atendimento mais especializado e acolhedor para bebês prematuros e recém-nascidos.

No início deste ano, a UTI precisou ser fechada para reparos estruturais, e os setores e leitos foram realocados durante as obras. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou a importância da reinauguração: “Estamos muito felizes. Estivemos aqui em um momento de muita dificuldade, em que essa UTI teve de ser fechada; mas voltar aqui hoje é um dia de felicidade. Foi todo um trabalho de equipe para inaugurar a área hoje.”

O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destacou que a modernização foi pensada para oferecer segurança e acolhimento às famílias: “A nova UTI neonatal foi planejada para garantir um cuidado mais qualificado, humanizado e com infraestrutura adequada ao que há de mais moderno no atendimento intensivo neonatal. É um avanço importante para toda a rede pública de saúde.”

Modernização e inovações
A UTI conta agora com 45 leitos, setorização dos espaços e implantação de novos sistemas de iluminação e climatização adaptados ao cuidado neonatal. Também foram revisadas a rede de gases medicinais, a instalação de monitorização contínua e os sistemas prediais — elétrico, hidráulico e de lógica — para suportar os equipamentos.

O chefe da UTI neonatal, Fabiano Gonçalves, destacou avanços essenciais para o desenvolvimento dos recém-nascidos: “Hoje, temos uma iluminação individualizada e tênue, que acalma o bebê, deixando-o mais tranquilo e auxiliando no desenvolvimento cerebral. Outro grande avanço é a monitorização central dos sinais vitais de todos os leitos, permitindo que médicos, terapeutas, enfermeiros e técnicos identifiquem rapidamente qualquer necessidade de assistência.”

Gonçalves ressaltou ainda a importância da individualização dos leitos: “Conseguimos dar um atendimento mais presencial e personalizado para cada bebê, proporcionando também mais privacidade para os pais e para os profissionais que trabalham com cada criança.”

Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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