O julgamento do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que decide o pagamento da URP para os funcionários técnico-administrativos da UnB foi suspenso. O desembragador Francisco de Assis Betti pediu vistas do processo, alegando complexidade da questão. A relatora do caso, desembargadora Neuza Alves, deu voto contrário à causa dos servidores.
No entendimento dela, a URP só deve ser paga ao primeiro grupo de 204 funcionários aposentados que entrou na justiça em 2005. Ainda assim, os 26,05% deveriam ter sido absorvidos pelos aumentos posteriores. A desembargadora criticou a forma usada pela UnB para o pagamento da URP. Segundo ela, a FUB tratou a URP como uma gratificação – o que seria irregular.
O julgamento continua na quarta-feira que vem quando o desembargador Francisco de Assis Betti apresentar seu voto por escrito. A última a votar será a desembargadora Mônica Sifuentes.
O julgamento foi acompanhado pelo reitor José Geraldo Junior e por funcionários da universidade.