Os moradores do Riacho Fundo, Águas Claras e de Taguatinga receberam três importantes obras de esgoto nesta sexta-feira (29). Foram investidos R$ 7 milhões em obras de esgotos nessas regiões.
Na QS 16 e na CLS 16 do Riacho Fundo foram construídos 7.750 metros de redes coletoras e 1.150 metros de interceptores de esgotos com 321 novas ligações. Mais de 1.500 habitantes serão beneficiados com a obra.
Na QS 11 de Taguatinga, foram feitas 1.090 novas ligações e executados 16.325 metros de redes coletoras. O sistema inclui ainda uma estação elevatória de pequeno porte com capacidade para uma vazão de até 9l/s. A obra atenderá mais de 6 mil habitantes da região.
Na Área de Desenvolvimento Econômico de Águas Claras (ADE) e Núcleo Bandeirante, foram executados 43.050 metros de redes coletoras, 4.490 metros de interceptores e feitas 909 novas ligações. Cerca de 4.800 habitantes serão atendidos com o sistema de esgoto no local.
O sistema deverá encaminhar os esgotos para tratamento na Estação Sul (ETE-SUL) que tem capacidade para tratar 1.500 l/s, em nível terciário. O tratamento é o mais sofisticado do Brasil, pois remove do esgoto matéria orgânica e nutrientes como fósforo e nitrogênio sem causar impacto para o Lago Paranoá.
O assessor da diretoria de engenharia e meio ambiente da Caesb, Antônio Luis Harada, garantiu que a rede de esgoto não gera problemas ambientais. “A estação de tratamento é avançada e complexa e não afeta o meio ambiente nem gera odores e ruídos”, explicou. “As fossas não são recomendadas por que podem gerar problemas de saúde pública para as famílias além de afetar o meio ambiente”, detalhou.
José Lopes Lima, administrador do Riacho Fundo, ressaltou que a área regularizada da região está praticamente toda com sistemas de esgoto em funcionamento. “Falta apenas setores que dependem do PDOT como a Colônia Agrícola Riacho Fundo e Sucupira”, detalhou. “O sistema de esgoto melhora a qualidade de vida dos moradores e comerciantes da região”, comemorou.