Documentos apreendidos pela Polícia Federal com integrantes do governo Arruda (sem partido, ex-DEM) indicam que adversários políticos e membros da própria administração no DF podem ter sido monitorados.
Os agentes da PF, no âmbito da Operação Caixa de Pandora, encontraram no gabinete de um assessor de Arruda gravações de conversas de um ex-secretário ligado ao ex-governador Joaquim Roriz (PSC), principal rival político do governador afastado.
Essa é a segunda denúncia ligando o nome de Arruda a arapongagem. Ele é suspeito de usar a estrutura da Polícia Civil para monitorar promotores que atuaram na investigação do mensalão do DEM.
Texto sem timbre e sem assinatura encontrado na casa do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do DF Domingos Lamoglia, ex-chefe de gabinete de Arruda e citado no esquema, aponta atividades de Weligton Moraes, ex-secretário de comunicação do DF. “Comentários no MP de que as articulações de W.M. (Weligton Moraes) destina-se (sic) a angariar fundos para a campanha de Joaquim Roriz.”
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