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Brasília

TJDFT prorroga campanha de doações do Projeto Calliandra

Iniciativa vai até 8 de maio para arrecadar itens essenciais a famílias em novas moradias em Ceilândia.

Redação Jornal de Brasília

14/04/2026 17h53

Foto: Divulgação/TJDFT

Foto: Divulgação/TJDFT

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) prorrogou até 8 de maio a Campanha Casa que Abraça, parte do Projeto Calliandra, para arrecadar doações destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade que receberam novas moradias.

A campanha, promovida pela 2ª Vice-Presidência do TJDFT por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania de Demandas Estruturais, Complexas e de 2º Grau (Cejusc-SEG), aceita itens como materiais escolares, cestas básicas, roupas, calçados, móveis, colchões, eletrodomésticos, chuveiros, panelas, talheres, pratos, copos, lençóis e outros objetos para compor novos lares.

As doações de itens pequenos podem ser entregues nos pontos de coleta dos fóruns e núcleos de atendimento ao jurisdicionado (NAJs) do TJDFT, das 12h às 19h. Para itens maiores, como móveis e eletrodomésticos de grande porte, é possível agendar a retirada pelo WhatsApp (61) 3103-6563. Além disso, contribuições financeiras podem ser feitas via PIX, com a chave anjosdoamanhã@tjdft.jus.br, enviando o comprovante para o WhatsApp (61) 3103-3259, indicando a campanha.

O Projeto Calliandra é uma iniciativa do TJDFT em parceria com a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF), Companhia de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (CODHAB), Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e outras entidades. O projeto visa tratar conflitos fundiários coletivos por meio de mediação judicial, promovendo soluções sustentáveis em eixos como cidadania, inclusão produtiva, saúde, educação e sustentabilidade.

Em dezembro de 2025, o projeto possibilitará a entrega de moradias a 16 famílias que viviam na área conhecida como Favelinha da 913 Sul. As unidades, localizadas no Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia, foram entregues pela juíza Christiane Campos, coordenadora do projeto, encerrando um conflito fundiário de mais de 30 anos. O acordo, assinado em dezembro do ano passado por DPDF, MPDFT, PGDF, SLU e CODHAB e homologado pelo TJDFT, inclui a criação da Cooperativa Calliandra Vida Nova para reciclagem, integração a políticas ambientais, acesso a saúde e educação, e localização estratégica das moradias próximas aos locais de trabalho, garantindo renda e qualidade de vida.

Alinhado à Resolução CNJ nº 510/2023 e à Agenda 2030 da ONU, o projeto representa um modelo replicável de política pública para romper ciclos de ocupações irregulares e promover desenvolvimento social. Atualmente, encontra-se na fase de desocupação voluntária.

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