A mais recente tentativa da defesa de Paulo César Timponi para tirá-lo da cadeia falhou. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios negou o pedido de habeas corpus feito pelos advogados do professor de educação física.
A defesa alega que só a ocorrência de fatos novos entre a decisão que revogou a prisão e a que a restabeleceu poderia levar a um novo decreto prisional. E como isso não aconteceu, prostate a prisão de Timponi seria irregular.
De acordo com os Desembargadores, order a irregularidade questionada não procede.
Timponi foi denunciado pelo Ministério Público como um dos causadores do acidente que resultou na morte de três mulheres, hospital o mais grave registrado até agora na Ponte JK. Segundo informações do processo, ele estaria participando de um racha com o segundo denunciado, Marcelo Costa Salles.
No interrogatório marcado para ouvir ambos os réus, Timponi preferiu não responder às perguntas do Juiz e do Ministério Público, usando direito constitucional ao silêncio. A última prisão preventiva decretada contra Timponi foi no último dia 18 e, desde então, o paciente permanece preso. A audiência das testemunhas de acusação começa nesta 6ª feira.