Da Redação
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Hotéis de luxo, instituições públicas, unidades de serviços bancários, cartórios e até padarias. É o que a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) pretende que seja construído nas terras ociosas destinadas às embaixadas e ainda não utilizadas. A proposta, porém, criou um impasse dentro do próprio Governo do Distrito Federal. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) é contra a ideia, uma vez que os terrenos em questão fazem parte de um projeto de ocupação futura em estudo no órgão.
Desde o ano passado, a Terracap estuda a utilização da área dos Setores de Embaixada Sul e Norte e já teria recebido demanda de órgãos, como o Ministério da Marinha, que deseja ocupar um terreno próximo ao Iate Clube, perto da Vila Planalto.
A companhia diz que outros ministérios e órgãos federais já solicitaram terrenos e, atualmente, negocia a mudança de destinação dos mesmos com o Ministério das Relações Exteriores. Não há prazo para o término das negociações e as áreas ainda não foram definidas. O Itamaraty se mostra contrário à utilização das áreas e prefere que sejam de uso exclusivo das embaixadas, conforme prevê o plano original da cidade. A construção de shoppings centers e boates no local, uma preocupação de quem ocupa a área, foi descartada pela companhia.
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