Menu
Brasília

Técnico da Argentina dá o recado: <i>A prata não nos consola</i>

Arquivo Geral

06/08/2008 0h00

Se Manu Ginóbili opta pela cautela quanto analisa as chances da seleção argentina no basquete masculino nas Olimpíadas de Pequim, o técnico da Albiceleste Sergio Hernández sonha mais alto e diz que nem mesmo uma medalha de prata não seria o bastante para os atuais campeões olímpicos.


Apesar de não estarem no mesmo nível do apresentado em Atenas-2004, como admite o próprio Hernández, o treinador garante que apenas o ouro cumpriria as expectativas de seu país. “Quem provou a glória não pode parar nunca mais. Se uma vez você consegue algo, não há um segundo posto que o console”, filosofou ele ao diário Olé.


Desde 2005 no comando da seleção, substituindo o campeão olímpico Rubén Magnano, Hernández terá na China o segundo grande teste no cargo: no primeiro, sucumbiu na semifinal do Campeonato Mundial à uma derrota por apenas um ponto diante da Espanha. E garante que a pressão por uma nova medalha não irá atrapalhar seus comandados.


Sempre existe um pouquinho de temor no caso de as coisas não saírem bem, porém esta seleção está capacitada para superar a pressão”, assegurou o técnico. “Meu lema é ir para a vida vislumbrando o êxito e não com o medo do fracasso. É difícil que esta equipe fracasse”.


Embora se mantenha otimista com o time cuja base é a que faturou o título na Grécia, Hernández acompanha Ginóbili em uma das opiniões do ala-armador: há equipes em melhor momento. “Estamos rendendo 60% ou 70% do que podemos. Enfrentamos Espanha e Lituânia (com derrota em amistosos preparatórios), que estão no nível mais alto junto aos Estados Unidos”.


 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado