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Brasília

Tânia deixa seleção, mas planeja cargo fora dos gramados

Arquivo Geral

22/08/2008 0h00

A zagueira Tânia Maranhão ganhou um prêmio pelos seus 17 anos de trabalho na seleção feminina de futebol. Nas Olimpíadas-2008, foi a capitã do time, já que a companheira de sistema defensivo, Aline, acabou cortada da equipe comandada pelo técnico Jorge Barcellos.


No entanto, após a medalha de prata em Pequim, Tânia Maranhão confirmou que vai deixar a seleção brasileira. Ela defende a camisa canarinho desde a primeira vez que o futebol feminino entrou no programa olímpico, em Atlanta-96.


“Queria fechar com a medalha de ouro. Agora saio feliz, deixando uma base excelente. Espero que essas meninas tenham um futuro muito melhor do que foi dado para nós”, explicou a jogadora, após a derrota para os Estados Unidos, na prorrogação.


Em boa forma física, Tânia Maranhão deve continuar atuando em clubes por mais tempo. Atualmente, ela defende o Saad-SP. Só que a experiente atleta já tem na cabeça um caminho para o futuro. “A gente pode até trabalhar dentro do futebol, esse é o pensamento”, projetou.


Como a outras brasileiras, Tânia Maranhão deixou o Estádio dos Trabalhadores de Pequim sem saber explicar a derrota para os Estados Unidos. De qualquer forma, faz um balanço positivo do futebol apresentado em solo chinês.


“Espero que o povo brasileiro reconheça o trabalho. A seleção evoluiu muito nos últimos anos, estamos mais maduras, sabemos o que queremos em campo. Infelizmente não deu. Continuo falando, saímos aqui da China de cabeça erguida”, afirmou a defensora.


 

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