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Brasília

Startup de Brasília é finalista da HackBrazil e vai a Harvard

A Peptidus Biotech, do Biotic, usa IA para criar peptídeos inovadores na saúde animal e conquista vaga na Brazil Conference.

Redação Jornal de Brasília

07/01/2026 16h47

Foto: Divulgação/Peptidus

Foto: Divulgação/Peptidus

A Peptidus Biotech, startup residente no Biotic – Parque Tecnológico de Brasília, foi selecionada como finalista da HackBrazil, integrando o 1% das melhores startups do país. Isso garante à empresa uma vaga na Brazil Conference 2026, realizada nas universidades de Harvard e MIT, nos Estados Unidos, entre 27 e 29 de março.

A companhia utiliza uma plataforma proprietária de inteligência artificial para desenvolver peptídeos que resolvem problemas críticos de saúde animal. Seu principal produto, o MastPep, trata mastite bovina sem o uso de antibióticos tradicionais, produzindo leite livre de resíduos químicos. Além disso, a Peptidus trabalha em soluções para o mercado pet, como cicatrizantes de alta performance e moléculas para controle de peso em cães.

Essa conquista reforça o Distrito Federal como um polo de inovação em deep tech. Gustavo Dias, presidente do Biotic, destacou: “A ascensão da Peptidus ao palco de Harvard é um marco simbólico e prático para o Distrito Federal. Isso valida o Biotic como um ambiente que não apenas abriga empresas, mas que catalisa o encontro entre a ciência acadêmica e o mercado global.”

A startup já acumula prêmios significativos, incluindo o de Startup Inovadora pela Cúpula de Inovação em Saúde e o primeiro lugar em Deep Tech pela FAPDF. Bernardo Petriz, fundador e CEO da Peptidus, comentou: “Além dos avanços no desenvolvimento dos nossos ativos com inteligência artificial e do progresso nas negociações com grandes farmacêuticas globais, temos muito orgulho de contribuir para a consolidação da onda de deep techs no Brasil. Acreditamos que o Distrito Federal, com o apoio do Biotic, da FAPDF e de instituições como a Embrapa e as universidades locais, tem todos os elementos para se tornar um grande polo de startups de base científica impulsionadas pela bioeconomia do conhecimento.”

A participação na conferência em Harvard representa não apenas um pitch de negócios, mas a demonstração do potencial da inovação brasiliense para impactar mercados globais.

Com informações do Biotic

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