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Brasília

Simulado da Operação Iguana testa resposta em unidades socioeducativas do DF

Forças de segurança realizaram exercícios integrados na noite de quarta-feira para aprimorar protocolos de crise em unidades de internação.

Redação Jornal de Brasília

26/03/2026 13h41

simulado noturno

Operação Iguana simulou, na quarta (25), resposta a intercorrências em unidades de internação de adolescentes em Planaltina e Brazlândia | Fotos: Divulgação/SSP-DF

O Governo do Distrito Federal realizou um exercício simulado da Operação Iguana na noite de quarta-feira (25), com o objetivo de testar protocolos de resposta a ocorrências críticas em unidades socioeducativas de Planaltina e Brazlândia.

A ação envolveu a integração entre forças de segurança, incluindo a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). O simulado foi coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Operações Integradas, e reforça a importância do treinamento conjunto para garantir respostas rápidas e seguras em situações reais.

A Operação Iguana é um protocolo estratégico voltado à resposta a intercorrências em unidades de internação de adolescentes sob responsabilidade da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Os agentes socioeducativos realizam a avaliação inicial, acionando apoio externo quando necessário. O mecanismo contempla cenários como fugas, rebeliões, incêndios e situações com reféns, mobilizando as instituições de segurança de forma escalonada.

Na Unidade de Internação de Planaltina, foi simulada uma fuga de internos. A PMDF realizou o cercamento perimetral, localizando e contendo os internos dentro do perímetro estabelecido.

Em Brazlândia, o cenário envolveu rebelião, incêndio e tomada de refém. O CBMDF combateu o incêndio, enquanto a PMDF utilizou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) para intervenção tática. A PCDF, pela Divisão de Operações Especiais (DOE), gerenciou a situação de refém, testando protocolos de negociação. O Detran-DF assegurou o controle de tráfego para o deslocamento das equipes.

O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destacou que o treinamento conjunto alinha protocolos e fortalece a comunicação entre instituições, garantindo ações rápidas e preservação de vidas.

O subsecretário do Sistema Socioeducativo da Sejus-DF, Daniel Fernandes, enfatizou que a operação transforma as diretrizes do Decreto nº 47.303/2025 em prática, focando no aperfeiçoamento profissional e na proteção da vida.

O subsecretário de Operações Integradas, Carlos Melo, explicou a importância dos simulados para praticar a atuação de cada órgão em diferentes desdobramentos de ocorrências.

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