Sem nenhum acordo definido durante assembleia realizada na tarde desta segunda (13) entre rodoviários, sindicato da categoria e representantes do Governo de Brasília, a greve entre os servidores da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) continuará por tempo indeterminado.
Segundo a TCB, os reajustes reivindicados pelos rodoviários não têm como ser atendidos devido a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “A Lei não permite o aumento no salário dos servidores devido ao impacto financeiro que isso causaria nos cofres públicos”, informou a Sociedade de Transportes.
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Reivindicações
Os rodoviários da TCB entraram em greve às 0h desta segunda (13). A paralisação havia sido anunciada durante assembleia, na última quinta (9). A categoria reivindica reajuste salarial de 20%, além de auxílio educação no valor de R$ 600 e tíquete alimentação de R$ 1.344.
A greve afeta 18 mil passageiros das regiões do Plano Piloto, Cruzeiro, Aeroporto, Esplanada, Superior Tribunal de Justiça, Rodoviária Interestadual, Rodoferroviária, Feira dos Importados e Setor de Indústrias Gráficas.
Sobre a LRF
Segundo a Constituição, a Lei de Responsabilidade Fiscal prevê uma ação planejada, capaz de previnir riscos e corrigir desvios que possam afetar o equilíbrio das contas públicas. Com isso, deve-se cumprir as metas de resultados entre as receitas e as despesas com pessoal, dívidas e operações de crédito, obedecendo os limites impostos pelo Governo.