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Brasília

Sejus prepara relatório sobre irregularidades em covas para enterro social

Arquivo Geral

10/02/2010 8h16

Bruna Torres

Aadministração dos Cemitérios do Distrito Federal está sob análise. A Secretaria de Justiça (Sejus) tem recebido  diversas reclamações sobre  caixões do serviço de enterro social que ficam para fora das covas no período das chuvas. A Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho (Sedest) também encaminhou  ofícios diversas vezes, pedindo maior cuidado  com o fechamento dessas covas. A Sedest sugere a colocação de uma tampa provisória naquelas áreas que precisarem ser reabertas para colocação de mais caixões. A Sedest somente disponibiliza a urna, o direito à cova e o transporte. O restante fica a cargo da empresa que presta serviços aos cemitérios.

 Para averiguar estas e outras irregularidades, a Sejus realiza fiscalizações nos cemitérios do DF. Com base nisso, a partir do dia 20 deste mês um relatório estará pronto com uma avaliação e indicando as providências necessárias.  Caso seja apurado que a empresa responsável pelos cemitérios do DF não está cumprindo as regras básicas, o Governo do Distrito Federal passa a administrá-los novamente.

Para fiscalizar os cemitérios e funerárias existe a Comissão Executiva de Assuntos Funerários (Ceaf) da Sejus. De acordo com o coordenador da Ceaf, coronel Edson Lima,  é verificada a forma de atendimento nos cemitérios, as condições de manutenção, limpeza, entre outros. “O que percebemos é que a prestação de serviços e a segurança são precárias nos cemitérios. Isto porque não são muitos os funcionários contratados”, explica.

A comissão também realiza vistorias em funerárias. O coronel destaca que são aproximadamente 75, entre matrizes e filiais. “Primeiro verificamos a regularidade empresarial dos documentos e se estão em dia. Depois são feitas vistorias na loja, se o ambiente é adequado, se os caixões não estão expostos do lado de fora. Por último, vistoriamos os veículos que serão utilizados, se passaram pelas alterações técnicas exigidas. Eles não podem ter mais de sete anos de uso”, ressalta. Após as etapas, eles emitem a credencial.

 

Leia a matéria completa na edição desta quarta-feira (10) do Jornal de Brasília

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