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Sejus-DF da posse aos membros do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos

Foram selecionados 32 membros titulares e 19 suplentes para representar o poder público e a sociedade civil

O Conselho atua na proteção, promoção e garantia dos direitos humanos, além de fiscalizar as políticas dos direitos humanos no DF. Foto: Elisa Costa/JBr

Elisa Costa e Mia Andrade
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O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), realizou nesta tarde (17) a cerimônia de posse dos membros do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH). A cerimônia nomeou 32 membros titulares e 19 suplentes para representarem o poder público e a sociedade civil.

O CDPDDH é um órgão paritário com plena e absoluta independência funcional, que atua na proteção, promoção e garantia dos direitos humanos, além de fiscalizar as políticas dos direitos humanos no Distrito Federal.

O objetivo do conselho é propor estratégias e mecanismos de enfrentamento à violência institucional, discutindo e propondo ações amplas de educação em direitos humanos, atendendo ao enfrentamento da violência contra grupos sociais vulneráveis, além de articular entre os poderes públicos para a implementação dessas políticas.

O evento de posse aconteceu no Salão Nobre do Palácio do Buriti e contou com a presença do governador em exercício, Paco Britto, que falou da importância da participação do governo e da população na busca pelos direitos humanos, citando como exemplo a violência doméstica, que ficou mais evidente durante a pandemia da Covid-19. “É determinação do governo ficar atento aos direitos humanos, não podemos fechar os olhos para as desigualdades”, afirmou.

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania do DF, falou da união no compromisso de cuidar do povo. “A oportunidade de renovar a união e a entrega lá na ponta. Quando a gente fala de direitos humanos estamos falando de cada um de nós. Nosso compromisso é cuidar das pessoas”.

Gustavo Martins Simão foi um dos adotados pelo Conselho como representante da sociedade civil. Simão que fala em nome dos deficientes, negros, indígenas e LGBTQIA+, afirmou que é preciso mudar a forma de caminhar e sentir a dor do outro. “Nós apoiamos uma casa de abrigo para crianças que foram tomadas de seus pais pela Justiça e lá, descobri que quando completam 18 anos, muitos não têm para onde ir. Isso é falta de direitos. Minha intenção é dar oportunidades”, fala.

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Eduardo Sabo, representante dos conselheiros do poder público, fala que “é essencial que se faça em conjunto com a sociedade civil. Nosso desafio é abordar sem estereótipos, buscar atender todos os segmentos. Em segundo, resistir a apenas atuar com o foco em denúncias, buscar reformular políticas públicas”.








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