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Brasília

Segunda etapa do PAS é uma chance de melhorar o desempenho

Arquivo Geral

09/12/2013 7h02

Para os candidatos do Programa de Avaliação Seriada (PAS), a segunda etapa é uma chance de melhorar o desempenho e ficar mais próximo da sonhada vaga na Universidade de Brasília (UnB). As provas para os alunos do 2º ano do Ensino Médio foram aplicadas ontem, com 11% de abstenção.

Último dia de realização do exame ocorreu sem dores de cabeça. Os portões das escolas foram abertos às 12h, uma hora antes do início da prova. Ao menos no colégio La Salle da 906 Sul, dessa vez não houve atrasadinhos. 

Luiz Felipe Petrez,  16 anos, se preparou durante seis meses para as cinco horas de prova. “No ano passado não fui tão bem em exatas, então meu foco foram essas disciplinas, para não sair prejudicado”, relata o estudante. 

Apesar do esforço para garantir uma vaga na Universidade de Brasília, Luiz sonha em ingressar na Universidade Federal de Santa Catarina. “Aonde der certo, eu vou”, pontua. 

A estudante Isadora Santier, 17 anos, fez a prova fora de sua zona de conforto, em outro colégio. E conta que apesar do nervosismo, a expectativa é de que obtenha uma boa pontuação. “Acredito que a prova esteja mais tranquila que a do ano passado. Tem que pensar muito antes de marcar a opção”, diz.

Isadora pretende cursar a faculdade de Direito, e a Universidade de Brasília é sua primeira opção. “Se não der certo, faço o Enem e o vestibular”, planeja.

Abstenções dentro da normalidade

Para o diretor-geral do Cespe/ UnB, Paulo Portela, o número de desistentes está dentro da normalidade. “Entre as três etapas, essa foi a de menor abstenção. Consideramos entre 10% e 15% percentuais comuns, nada extraordinário”, explica Paulo.

Ele conta que em dias chuvosos ou quando acontecem problemas com o transporte público, o número de candidatos faltosos sobe consideravelmente.  “O PAS está consolidado. As escolas se envolvem e trabalham o programa ao longo do ano, preparando seus alunos”, comemora o diretor. 

Na primeira etapa, 29.620 pessoas se inscreveram, e, na terceira, 12.687.

Sem pressão

A professora Carla Fabro levou o filho André Fabro  para fazer a prova ontem, com 30 minutos de antecedência. “Acredito que nós, pais, ficamos mais nervosos que eles. Ao longo do ano o deixei à vontade, não houve pressão. André fez um cursinho preparatório que a própria escola ofereceu. Ele disse que a iniciativa o ajudou e deu mais confiança”, comenta a mãe.

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