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Brasília

Réveillon no DF transcorre sem crimes contra a vida ou violência sexual

Apenas 23 roubos foram registrados durante as festividades, resultado de planejamento integrado entre forças de segurança e órgãos do GDF.

Redação Jornal de Brasília

05/01/2026 17h09

Foto: Divulgação/SSP-DF

Foto: Divulgação/SSP-DF

As festividades de Réveillon no Distrito Federal (DF) transcorreram de forma segura, sem registros de crimes contra a vida ou ocorrências de violência sexual, segundo balanço da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). O levantamento aponta que, entre 31 de dezembro e 2 de janeiro, foram registradas apenas 23 ocorrências de roubo em meio ao grande fluxo de pessoas nos eventos realizados na capital.

Dos roubos, 20 envolveram aparelhos celulares e três foram contra transeuntes, números considerados pontuais diante da escala das celebrações, especialmente na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Orixás (Prainha). O sucesso da operação é atribuído a um planejamento operacional integrado, coordenado pela SSP-DF, que envolveu forças de segurança, órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e organizadores dos eventos.

O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, destacou o trabalho conjunto como fator determinante para a tranquilidade da população. “Encerramos o Réveillon sem registros de crimes contra a vida e sem ocorrências de violência sexual, o que demonstra a eficácia das ações adotadas”, afirmou. Ele enfatizou o compromisso do GDF com a proteção da população e a preservação da ordem pública, mantendo o atendimento pleno a outras demandas de segurança.

A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, celebrou a ausência de violência sexual e reforçou a importância de políticas públicas para o bem-estar das mulheres. “Seguiremos trabalhando para que essa realidade se repita ao longo de todo o ano”, disse ela, defendendo um DF onde as mulheres possam circular com respeito e apoio de uma rede de proteção ativa.

O monitoramento em tempo real foi realizado pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 órgãos do GDF. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, destacou a importância desse modelo para decisões rápidas e prevenção de riscos.

Não houve apreensões de objetos proibidos, graças a fiscalizações e campanhas de conscientização prévias. A Polícia Militar do DF (PMDF) empregou efetivo reforçado, com policiamento ostensivo a pé, motorizado e montado. Revistas pessoais foram realizadas antes do acesso aos locais, e delegacias da região receberam suporte adicional. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) também atuou de forma integrada para garantir segurança e resposta a emergências.

Com informações da SSP-DF.

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