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Brasília

Retrospectiva 2017: Sequestros de bebês no Hran e no Conic

Arquivo Geral

31/12/2017 7h00

Atualizada 29/12/2017 20h05

Família de bebê nascido no Hran viveu agonia até o desfecho do caso. Foto: Kléber Lima

Amanda Karolyne
redacao@grupojbr.com

Em junho, um recém-nascido foi sequestrado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Gesianna de Oliveira Alencar, 25 anos, foi presa dia 7, um dia depois do acontecido. Na época, uma testemunha afirmou ter visto a sequestradora sondar as mães na manhã do roubo.

Gesianna forjou uma gravidez e roubou uma criança de 14 dias ao entrar no hospital escondida. Nem o marido dela nem a família sabiam da verdade.

Sara Maria da Silva, 19 anos, teve o filho raptado no momento em que o deixou no alojamento conjunto no Hran para participar de uma atividade.

Gesianna respondeu criminalmente por subtração de incapaz. Em setembro foi decidido que ela não iria para a cadeia. O juiz da 8ª Vara Criminal, Osvaldo Tovani, converteu a pena de dois anos a pagamento de multa e a prestação de serviços comunitários ou doação de cestas básicas.

Em novembro o bebê foi separado dos pais por determinação da Justiça e levado a uma instituição. A causa da perda da guarda seria a vulnerabilidade da família. A avó paterna manifestou interesse em ficar com a criança.

Segundo caso

Outro bebê, de três meses, foi raptado por uma conhecida da mãe, no Conic. Valentina Bastos Rodrigues foi levada por Cevilha Moreira dos Santos, 44. A criança passou sete horas com a suspeita até ser devolvida à mãe. A sequestradora foi presa em Planaltina (GO).

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