O resultado do exame de DNA é positivo, de acordo com a secretária adjunta da saúde, Eliane Berg, que divulgou a informação nesta quarta (5). A afirmação é sobre o caso de Cirlene da Silva Cunha, 27 anos, que saiu do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no último sábado (1), sem saber se sua filha Heloá era mesmo dela.
Ainda segundo a secretária, uma sindicância será aberta para apurar o caso. “Isso não pode acontecer”, comentou ela. A ideia é abrir um plano para a alta de demanda das maternidades do DF, com medidas paleativas, para evitar casos como de Cirlene e Heloá.
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Relembre o caso
Ser barrada na saída do hospital, mesmo com alta médica, após dar à luz a Heloá três dias antes foi o drama vivido por Cirlene da Silva Cunha, 27 anos. O motivo? O bebê que a operadora de caixa carregava em seus braços ao ser liberada do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) poderia não ser dela.
O caso aconteceu no último sábado, assim que um segurança da unidade percebeu a diferença entre as pulseiras de identificação da mãe e da recém-nascida. Para piorar, até o fechamento desta edição, a dúvida se, de fato, houve uma troca de crianças ou um mal-entendido na hora de nomear a menina permanecia sem resposta.