A brasiliense Rebeca Gusmão completou sua participação nos Jogos Pan-americanos do Rio com feitos históricos e marcas pessoais. No primeiro dia de disputa, ela garantiu para a natação feminina uma inédita medalha de ouro, vencendo nos 50m livre. Neste domingo, data de encerramento do calendário da modalidade, ela repetiu a dose, vencendo também os 100m livre.
No meio do caminho, ajudou dois revezamentos nacionais a subir ao pódio: 4x100m livre, medalha de prata, e 4x100m medley, bronze. “Sem dúvida nenhuma é a competição da minha vida”, comemora a nadadora, que já tinha duas medalhas de bronze, uma nos Jogos de Santo Domingo-2003 e outra em Winnipeg-99, no 4x100m livre.
“No primeiro dia saí já com uma medalha. Agora, completou quatro. Sem dúvida foi uma grande competição”.
A presença no pódio não foi o único motivo de satisfação da nadadora. “Estou muito satisfeita porque consegui fazer minhas melhores marcas”, comemora, especialmente animada com o desempenho nos 100m, que venceu com 55s17. “Eu não treinei esta prova para o Pan, mas é uma prova na qual ainda posso melhorar”, destaca. “Meu técnico já disse que um dia esta seria minha prova”.
Rebeca destaca que a evolução nas piscinas não é apenas dela, mas de toda a natação feminina, que conseguiu alguns resultados históricos nesta edição como a primeira medalha de prata no 4x100m livre, prova na qual havia sido bronze nas últimas oito edições. “Este é um trabalho que vem sendo feito há tempos com a Confederação”, ressalta.
Para ela, a nova geração está cheia de talentos a serem desenvolvidos. “A Daiene tem um futuro promissor. Ela não tem tamanho de gente grande, mas com certeza, dentro de três anos, vai nos dar muitas alegrias”, brinca.
No meio do caminho, ajudou dois revezamentos nacionais a subir ao pódio: 4x100m livre, medalha de prata, e 4x100m medley, bronze. “Sem dúvida nenhuma é a competição da minha vida”, comemora a nadadora, que já tinha duas medalhas de bronze, uma nos Jogos de Santo Domingo-2003 e outra em Winnipeg-99, no 4x100m livre.
“No primeiro dia saí já com uma medalha. Agora, completou quatro. Sem dúvida foi uma grande competição”.
A presença no pódio não foi o único motivo de satisfação da nadadora. “Estou muito satisfeita porque consegui fazer minhas melhores marcas”, comemora, especialmente animada com o desempenho nos 100m, que venceu com 55s17. “Eu não treinei esta prova para o Pan, mas é uma prova na qual ainda posso melhorar”, destaca. “Meu técnico já disse que um dia esta seria minha prova”.
Rebeca destaca que a evolução nas piscinas não é apenas dela, mas de toda a natação feminina, que conseguiu alguns resultados históricos nesta edição como a primeira medalha de prata no 4x100m livre, prova na qual havia sido bronze nas últimas oito edições. “Este é um trabalho que vem sendo feito há tempos com a Confederação”, ressalta.
Para ela, a nova geração está cheia de talentos a serem desenvolvidos. “A Daiene tem um futuro promissor. Ela não tem tamanho de gente grande, mas com certeza, dentro de três anos, vai nos dar muitas alegrias”, brinca.
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