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Brasília

Programa Parque Educador abre 72 vagas para educação ambiental em parques do DF

Inscrições estão abertas até 6 de março para o primeiro semestre de 2026, em parceria entre secretarias de Educação e Meio Ambiente.

Redação Jornal de Brasília

10/02/2026 17h35

Foto: Evelyn Galvão/SEEDF

Foto: Evelyn Galvão/SEEDF

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Instituto Brasília Ambiental, abriu as inscrições para 72 vagas no programa Parque Educador referente ao primeiro semestre de 2026. O programa visa transformar parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática para promover sustentabilidade e cidadania entre estudantes de escolas públicas.

As inscrições podem ser realizadas até 6 de março por meio de link específico disponibilizado pela SEEDF. As vagas estão organizadas em modalidades de quatro ou dez encontros semestrais, incentivando as escolas da rede pública a utilizarem esses espaços como extensões do Currículo em Movimento, com foco no eixo de sustentabilidade.

O programa oferece transporte e estrutura para as visitas aos parques. Cabe às escolas a organização do lanche e o acompanhamento dos estudantes por, no mínimo, dois responsáveis.

“O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática”, resume Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin). Ela destaca que os estudantes vivenciam temas como sustentabilidade, cidadania e preservação ambiental por meio do contato direto com o território e o Cerrado.

De acordo com a gestora, a iniciativa contribui para democratizar o acesso ao meio ambiente, fortalecer o currículo escolar e estimular o sentimento de pertencimento e responsabilidade socioambiental entre os alunos. Além disso, experiências fora da sala de aula despertam maior interesse dos estudantes e fortalecem o protagonismo juvenil.

Escolas participantes já levaram projetos desenvolvidos no programa para o Circuito de Ciências e para a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente. Para Ana Carolina, o impacto vai além das visitas, fortalecendo os projetos político-pedagógicos das escolas e contribuindo para a formação de jovens mais conscientes e atuantes em suas comunidades.

Com informações da Secretaria de Educação

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