A Polícia Civil prendeu um dos suspeitos de participar de uma tentativa de roubo a um veículo na noite de terça (29), na Asa Sul. João Vitor Esteves Soares, de 19 anos, foi capturado nessa quarta (30) em uma residência, no Setor Oeste do Gama. Ele participava do crime com mais dois suspeitos que foram presos em flagrante. João havia fugido do local e não possuía passagens pela polícia.
O crime foi evitado por um policial civil de folga. No momento em que saía de uma pizzaria, ele avistou Lucas Valdo, de 19 anos, e Douglas Cândido Vieira da Silva, de 20, apontando uma arma de fogo para a cabeça da vítima, dentro de um carro. João Vitor dava cobertura à dupla em um outro veículo usado para praticar os crimes.
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Quando o policial partiu para a abordagem, Lucas apontou a arma para o servidor que, para conter o suspeito, efetuou um disparo que atingiu o tórax do criminoso. Ferido, ele foi encaminhado para o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), onde permanece internado. Douglas Silva, o outro criminoso que participava da ação, se rendeu e foi preso em seguida.
Segundo o delegado-chefe da 1ª Delegacia de Polícia, da Asa Sul, Luiz Alexandre Gratão, o trio é suspeito de participar de pelo menos três roubos a veículos na região sul do Plano Piloto. “Após esse caso, fizemos uma pesquisa rápida e percebemos que alguns crimes cometidos na região tem semelhança com algumas das características físicas deles, por isso é importante que eventuais vítimas compareçam na delegacia para reconhecimento”, afirmou o delegado.
Penas
De acordo com Gratão, o trio contava ainda com um outro indivíduo responsável pela receptação dos veículos. “Durante a prisão do terceiro suspeito, ontem, nós encontramos quatro rodas de veículo de liga leve e dois estepes de veículos diversos”, diz. Lucas possui passagens pela polícia por receptação e roubo qualificado. Já Douglas Silva passou pela polícia por homicídio, tráficos de drogas e roubo qualificado.
Conforme afirmou o delegado, o trio pode pegar uma média de quatro a dez anos de prisão. Luiz Alexandre Gratão enfatizou que as investigações devem continuar.