Estragadas, enferrujadas ou danificadas em acidentes, as placas de sinalização são transformadas em bancos, lixeiras e armários – materiais de uso coletivo – por detentos do regime semiaberto. O trabalho é coordenado pela Secretaria de Transportes por meio da Coordenadoria de Infraestrutura.
De acordo com a Secretaria de Transporte, cerca de 90% dos trabalhadores são presidiários do regime semiaberto. Com o trabalho, eles conseguem redução na pena. A cada três dias de serviço, um dia da pena é reduzido. Além disso, os presidiários recebem bolsa-auxílio – um salário mínimo no valor de R$ 724 -, alimentação e transporte.
Os presos são contratados por meio de um termo de prestação de serviços firmado entre a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e a pasta. Para o coordenador de Infraestrutura de Sinalização da Secretaria de Transportes, Ivaldo Teixeira, que acompanha de perto o trabalho desenvolvido pelos apenados, essas atividades contribuem para a ressocialização. “É uma oportunidade para que eles se sintam úteis e desenvolvam um trabalho importante”, afirmou Teixeira.
Os três tipos de materiais produzidos são cedidos para os terminais rodoviários, administrações regionais e praças públicas do Distrito Federal.
