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Brasília

Presidente do BRB defende aprovação de projeto que autoriza compra do Banco Master

Gestor do banco regional garantiu que aquisição foi analisada e é segura. Oposição afirmou que judicializará votação 

Suzano Almeida

19/08/2025 17h59

Paulo Henrique Costa, Presidente do BRB/ Foto: Suzano Almeida

Paulo Henrique Costa, Presidente do BRB/ Foto: Suzano Almeida

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, defendeu a compra de 49% das ações do Banco Master por parte da instituição brasiliense. O gestor do banco público do Distrito Federal afirmou, nesta terça-feira (19), após reunião com os deputados que durou quase três horas que a compra foi analisada por técnicos e deverá gerar lucros para o BRB.

Paulo Henrique afirmou que a compra do Master irá complementar a carteira de serviços BRB, que atualmente atua no mercado de varejo e na administração de recursos de programas sociais. 

“Essa complementaridade de produtos médio e grande empresa, câmbio, mercado de cartaz, cartão de crédito consignado, é importante para que nessa situação coordenada, na proposta de constituição, prudencial, a gente possa contribuir com o aumento de concorrência no sistema financeiro nacional, oferecendo melhores e mais complexos a todos os segmentos em que a gente atua”, elencou. “A consequência direta disso vem sendo aprovada a operação pelos órgãos aqui em eh nasceu uma nova um novo banco mais completo, mais competitivo, presente no país inteiro.”

O presidente foi questionado sobre a avaliação de risco para o governo do Distrito Federal, com a compra, e defendeu a operação. “A gente avaliou os arquivos, avaliou os passivos, entendeu o modelo de negócio, onde existe complementaridade e a discussão que a gente está trazendo aqui é da aquisição de parte do Banco Master, a parte que faz sentido estratégico para o BRB”, afirmou. “Nós fizemos uma série de auditorias contábil, fiscal, trabalhista, de tecnologia operacional para que esses riscos sejam mitigados. Contratualmente na operação existe um conjunto de garantias, inclusive para tratar eventuais riscos que tenham sido identificados. Por exemplo, a forma de pagamento da operação é diferida em seis anos. Foram identificados os arquivos, os passivos, os ajustes de preço. Muitos já foram feitos inclusive pelo banco.”

Durante coletiva de imprensa, a oposição, capitaneada pelo deputado Fábio Felix (PSol) anunciou que, caso o processo de votação seja confirmado, a matéria seria judicializada. O presidente, ao comentar a medida, preferiu não entrar em conflito com os parlamentares. “A gente respeita o processo legislativo e entende como o movimento natural da oposição.”

Críticas

Após o início da sessão, deputados de oposição tentaram mecanismos para que a votação não ocorresse. Os distritais pediram que fosse votado os cerca de 200 vetos que ainda estão parados na pauta.

Segundo a deputada Paula Belmonte (Cidadania), ela havia tinha 

Os parlamentares governistas, por sua vez, buscaram usar o fato de ter a maioria para poder derrubar a necessidade de analisar os vetos. 

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