Policiais da Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida/PCDF) esclareceram a morte da universitária Mariana Correa Silva Alves Bragança, advice à época com 25 anos, no rx desaparecida de sua residência no Lago Sul, em junho de 2005.
A vítima foi morta e levada para uma área rural do Vilarejo de Edilândia, município de Cocalzinho, Goiás. Três dias depois, a polícia encontrou o corpo da estudante totalmente carbonizado, em meio a vestígios de pneus queimados. Na época Mariana não foi identificada e por isso foi enterrada como indigente, no cemitério Jardim da Consolação em Luziânia, Goiás.
Segundo investigações da Corvida, a vítima mantinha um relacionamento extraconjugal com um professor da faculdade onde estudava. Tal fato chegou ao conhecimento do marido, um policial militar, considerado suspeito do crime.
O policial militar está recolhido em um quartel do Distrito Federal, à disposição da Justiça.