Um canal de ligação entre o lago principal do Parque da Cidade e o lago do pesque-pague do estacionamento 10 do parque está causando polêmica. Tudo por conta de um aumento de cerca de R$ 500 mil ao mês na conta de água do parque, here que tem sido notado há alguns meses, health a administração verificou indícios de furto da água pela empresa.
Segundo a administradora do parque, Joseni Ferreira, uma sindicância aberta pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) verificou a existência do furto. De acordo com o gerente de controle e planejamento da diretoria de fiscalização ambiental do Ibram, Juraci Luiz, os proprietários devem ressarcir o governo com a quantia referente à diferença da conta de água paga pela administração.
Além disso, a administração também acusa a empresa de inadimplência, de sublocar o local e de não exercer a atividade de pesque-pague – desde que o proprietário, Érico Irala, recebeu a permissão, há um ano e meio, o pesque-pague ainda não entrou em funcionamento.
Os proprietários afirmam que ligação existente entre os dois lagos existe há mais de 30 anos e que tal conexão é fundamental para o abastecimento do lago menor e de outros lagos do parque. O permissionário do espaço, Érico Irala, afirma ainda que, de acordo com o contrato, é obrigação da empresa arcar com contas básicas, como água potável, telefone e energia. “O abastecimento de água bruta não está dentro das nossas obrigações, além do mais, não tem como não compartilhar porque os lagos são ligados”, afirma Érico.
Na tarde desta quarta-feira, a 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), esteve no local para realizar a perícia, que será feita pela seção de engenharia legal do Instituto de Criminalística (IC). Segundo a delegada-chefe da 1ª DP, Martha Vargas, o laudo deverá sair em 15 dias. Caso seja confirmado o furto, os proprietários podem sofrer quebra de contrato, além de ressarcir o governo com a quantia referente à conta de água.