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Brasília

PM da reserva é preso por estupro de vulnerável em Valparaíso

Suspeito foi detido após motorista de aplicativo socorrer a vítima de 10 anos, que fugiu em desespero da casa do agressor

Carliane Gomes

01/04/2026 15h13

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foto: PCGO

Um policial militar da reserva do Distrito Federal foi preso em flagrante, suspeito de estuprar um menino de 10 anos em Valparaíso de Goiás (GO), na última quinta-feira (26/3). O caso, que inicialmente foi registrado como desaparecimento, foi esclarecido após a intervenção de um motorista de aplicativo que passava pelo local e socorreu a vítima. A identidade do suspeito não foi revelada pelas autoridades.

Segundo a investigação, o crime ocorreu na residência do policial, situada em um condomínio da cidade. No fim da tarde, a mãe da criança chegou a registrar o desaparecimento do filho. De acordo com o relato do motorista de aplicativo, o menino saiu da casa do suspeito em estado de desespero e pedindo ajuda. A criança relatou que foi ameaçada e forçada a entrar no imóvel, onde sofreu a violência sexual.

Após conseguir escapar, o garoto foi levado pelo motorista até sua residência, onde detalhou o ocorrido à mãe. A Polícia Militar de Goiás (PMGO) foi acionada e localizou o policial reformado. Ele tentou fugir, mas foi interceptado e encaminhado à Central de Flagrantes de Luziânia.

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) confirmou que o autor foi preso em flagrante e a investigação já foi concluída pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Valparaíso. O suspeito foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável e sua prisão foi convertida em preventiva. “A vítima será encaminhada ao CREAS para acompanhamento psicológico. Não há indícios de outros crimes sexuais praticados pelo autor”, informou a PCGO.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) confirmou que acompanha a apuração sobre o militar, inativo desde 2022, e ressaltou que ele poderá sofrer sanções administrativas. De acordo com a corporação, o acusado segue sujeito às normas disciplinares, o que pode resultar inclusive na cassação de sua inatividade. Sobre a condução do caso, a PMDF afirmou que colabora com as autoridades goianas para que o crime seja investigado com rigor. “A investigação criminal é conduzida pela Polícia Civil de Goiás e a PMDF colabora com as autoridades para que o caso seja apurado”, declarou a instituição.

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