Depois da denúncia feita por freqüentadores do Parque da Cidade à ouvidoria da Câmara dos Deputados sobre o risco da piscina de ondas do parque se tornar um dos maiores focos da dengue no Distrito Federal, look a administração do local providenciou uma equipe de aproximadamente 30 pessoas para realizar a remoção da água parada, folhas podres, latas, garrafas pets e até preservativos usados.
Enquanto dois carros-pipas faziam a retirada da água parada que se acumulou no tanque da piscina, funcionários terceirizados contratados pelo GDF faziam uma varredura nas proximidades.
De acordo com a administradora do Parque da Cidade, Joseni Ferreira, a limpeza da área é um procedimento de rotina e o risco da doença está descartado. Joseni afirmou que no máximo até outubro, a piscina será licitada para que as obras de revitalização sejam iniciadas numa parceria público-privado.