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Os Jogos Olímpicos de Pequim serão a primeira edição do torneio a contar com um exame antidoping eficiente para detectar a utilização ilegal de hormônio de crescimento pelos atletas. Até então praticamente imperceptível, o HGH (da sigla em inglês para human growth hormone) é considerada a substância proibida mais consumida pelos competidores por desaparecer rapidamente no organismo.
Mas segundo o presidente da Agência Mundial Antidopin (WADA), John Fahey, a farra tem seus dias contados. “Nos Jogos Olímpicos teremos como detectar o HGH”, garante ele.
A primeira tentativa de combater o uso da substância foi feita nos Jogos de Atenas-2004 e repetida dois anos depois nos Jogos de Inverno de Turim. No entanto, não houve registros de casos porque os atletas interrompiam seu uso antes do período em que ela seria detectada.
“Sabemos que estão consumindo hormônio humano de crescimento impunemente e que isto acontece há 20 anos”, disse o diretor-geral da Agência, David Howman. De acordo com ele, o novo teste permitirá constatar o uso em uma janela superior a 48 horas, mas não foram revelados muitos detalhes sobre o sistema.
Fahey afirmou que traços da droga poderão ser congelados e armazenados por até oito anos, permitindo punir os usuários que não tenham sido pegos na hora. “Os cientistas dizem muito claramente que o plasma acumulado poderá ser testado eficientemente em oito anos”.
Além da demora no desenvolvimento de um teste confiável para o hormônio, a WADA também enfrenta dificuldades na produção dos kits de teste. A empresa que produzia os anticorpos faliu e o programa foi encerrado, mas Fahey não perde a confiança. “Uma vez que os kits tenham sido cientificamente validados serão enviados para Pequim e a equipe será treinada para utilizá-lo”, assegura Howman.
Mas segundo o presidente da Agência Mundial Antidopin (WADA), John Fahey, a farra tem seus dias contados. “Nos Jogos Olímpicos teremos como detectar o HGH”, garante ele.
A primeira tentativa de combater o uso da substância foi feita nos Jogos de Atenas-2004 e repetida dois anos depois nos Jogos de Inverno de Turim. No entanto, não houve registros de casos porque os atletas interrompiam seu uso antes do período em que ela seria detectada.
“Sabemos que estão consumindo hormônio humano de crescimento impunemente e que isto acontece há 20 anos”, disse o diretor-geral da Agência, David Howman. De acordo com ele, o novo teste permitirá constatar o uso em uma janela superior a 48 horas, mas não foram revelados muitos detalhes sobre o sistema.
Fahey afirmou que traços da droga poderão ser congelados e armazenados por até oito anos, permitindo punir os usuários que não tenham sido pegos na hora. “Os cientistas dizem muito claramente que o plasma acumulado poderá ser testado eficientemente em oito anos”.
Além da demora no desenvolvimento de um teste confiável para o hormônio, a WADA também enfrenta dificuldades na produção dos kits de teste. A empresa que produzia os anticorpos faliu e o programa foi encerrado, mas Fahey não perde a confiança. “Uma vez que os kits tenham sido cientificamente validados serão enviados para Pequim e a equipe será treinada para utilizá-lo”, assegura Howman.