Menu
Brasília

PCDF prende dois homens suspeitos de retomar ponto de tráfico em Ceilândia

Imóvel já havia sido alvo de operação no mês anterior, quando cinco pessoas foram presas por envolvimento com venda de drogas

João Victor Rodrigues

21/08/2026 10h38

Foto: PCDF

Dois homens, de 42 e 65 anos, foram presos em flagrante por suspeita de tráfico de drogas durante a Operação Negócio de Família 2, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) na tarde de quinta-feira (20). A ação foi realizada pela 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia) na QNN 3, Conjunto I. Segundo a investigação, o endereço voltou a ser utilizado para a comercialização de entorpecentes mesmo após uma operação realizada no local no mês anterior.

Os policiais retomaram o monitoramento da residência depois de receber informações sobre a reativação do ponto de venda. Durante a vigilância, a equipe identificou pessoas entrando no imóvel e saindo pouco tempo depois, em uma movimentação considerada compatível com o tráfico. Um dos frequentadores foi acompanhado e abordado em outra área, onde os agentes encontraram uma porção de crack dentro do veículo usado por ele.

Quando os policiais se aproximaram da casa, encontraram o portão reforçado com várias travas soldadas, o que dificultou o acesso. Nesse intervalo, os ocupantes escaparam utilizando uma escada para alcançar os telhados e seguir em direção a um terreno baldio. Durante a fuga, uma bolsa preta chegou a ser lançada sobre imóveis vizinhos. O cerco policial terminou com a localização dos dois suspeitos escondidos no terreno.

As buscas na residência, no terreno e nos telhados tiveram apoio de cães da PCDF e resultaram na apreensão de crack, cocaína, maconha e haxixe, além de balanças de precisão, embalagens, dinheiro, celulares e outros objetos. Em outro endereço ligado ao homem de 42 anos, também em Ceilândia, foram encontrados celulares, tablet, notebook, balança de precisão e uma porção de maconha. Os dois foram autuados pelo artigo 33 da Lei nº 11.343/2006 e encaminhados à carceragem da PCDF, permanecendo à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado