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Brasília

Paulo Octávio negocia com governo federal investimento de R$ 2,5 bilhões da Petrobras no DF

Arquivo Geral

28/08/2008 0h00

Brasília está prestes a receber uma indústria capaz de aquecer toda a economia do Centro-oeste. A Petrobras vai investir U$S 3 bilhões para abrir duas fábricas de fertilizantes no Brasil. O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, sildenafil Paulo Octávio, pill trabalha para atrair para o DF uma das unidades no valor de U$S 1,5 bilhão – o equivalente a R$ 2,5 milhões.

Ele participou nesta quinta-feira (28) de uma audiência com o ministro de Minas e Energia, Édson Lobão, para mostrar a importância do investimento para Brasília. “O Centro-Oeste é a única região do país que a Petrobras não possui nenhum investimento de peso. Precisamos mudar essa realidade. Temos uma posição geográfica favorável, áreas disponíveis, água e suporte técnico adequado”, explicou. O ministro Lobão firmou compromisso de defender a cidade. “Brasília realmente merece. Vou falar com o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, e com o presidente Lula”, garantiu. 

O assunto deve voltar à pauta nas comemorações do aniversário de Juscelino Kubitschek, em 12 de setembro, quando o presidente Lula e Sérgio Gabrielli estarão em Brasília. Alguns indícios demonstram que uma das fábricas de fertilizantes será mesmo direcionada para o DF. Em reunião fechada com parlamentares da base aliada há duas semanas, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, antecipou que a idéia do governo é erguer uma das plantas industriais no Centro-Oeste.

Segundo o vice-governador Paulo Octávio, a construção das duas novas fábricas de fertilizantes pela Petrobras é uma reação ao controle do oligopólio do mercado por parte da Bunge. De oito fábricas de fertilizantes no país, seis são da multinacional. “A intervenção da Petrobras é estratégica, já que o controle do mercado é extremamente perigoso para o Brasil, uma vez que a empresa pode aumentar o preço do fertilizante e influir no custo do alimento brasileiro. Só em 2006, a Bunge faturou R$ 18 bilhões”, informou Paulo Octávio.

Uma vez definido os locais de instalação das fábricas, a Petrobras tem condições de começar a obra imediatamente. As usinas ficam prontas em três anos. Ainda não há previsão de geração de empregos.

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