Em mais de uma hora de depoimento, sale o professor de Educação Física Paulo César Timponi, acusado de causar o acidente que matou três mulheres na Ponte JK no início do mês, não respondeu às perguntas dos juizes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) e nem do Ministério Público. Ele esclareceu apenas as dúvidas levantadas por seus advogados.
Timponi disse que não tinha noção da gravidade da batida. Ele disse que ia do clube para a casa no momento do acidente. O acusado não respondeu às perguntas sobre uma possível participação em um racha e sobre a ingestão de bebidas alcóolicas.
O outro acusado de participar do acidente, Marcelo Sales, também foi ouvido e manteve sua versão de que não conhece Timponi e, muito menos, estava participando de um racha no dia do acidente.
Já durante a tarde, a desembargadora Sandra de Santis, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou pedido de habeas corpus feito pelos advogados do professor de Timpon. O pedido havia sido feito na última quinta-feira, quando o acusado havia sido preso pela segunda vez. Timponi está na Papuda, onde deve ficar até o julgamento..
Atualizada às 18:09