Nesta quinta-feira (19), sick o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), o Instituto de Permacultura, Organização, Ecovilas e Meio Ambiente (Ipoema) e o Instituto Holístico Universal assinarão um Termo de Cooperação para finalmente implantar o Parque de Uso Múltiplo da Asa Sul. A parceria será firmada por meio do programa Abrace um Parque, que incentiva voluntários a adotarem parques da cidade. O evento de assinatura será às 11h na 614 Sul.
A proposta de adoção do parque da Asa Sul foi aprovada no dia 29 de janeiro passado pela comissão de seleção do programa. Pelo projeto, o Ipoema investirá R$ 218,7 mil e o Instituto Holístico Universal R$ 600 mil.
O termo de cooperação irá permitir o planejamento e a execução de ações para o uso sustentável do espaço com base nos princípios da gestão participativa e da permacultura. A área vai ganhar um plano de manejo (para zoneamento), equipamentos de lazer e esportivos, edificações, revitalização e adequação paisagística, implantação de programas e atividades científicas didático-pedagógicas, além de eventos culturais e educativos. Também serão elaborados estudos técnico-científicos sobre o parque e oferecidos cursos de capacitação para implantar tecnologias sustentáveis.
Segundo o Ibram, ainda será criada uma Vila Holística, que vai oferecer áreas para estudo e prática de terapias alternativas no parque.
Abrace um Parque
O programa Abrace um Parque busca incentivar parcerias entre o GDF e empresas públicas, instituições, organizações não-governamentais e pessoas físicas voluntárias para permitir a conservação, preservação e manutenção dos parques. Oferece ainda a oportunidade para que as pessoas físicas e jurídicas vinculem seu nome e marca ao programa e possibilita que a comunidade participe da preservação das áreas verdes.
Gerenciado pela Superintendência de Gestão de Áreas Protegidas (Sugap) do Ibram, o programa possui uma comissão de seleção e avaliação formada por representantes do instituto e da sociedade civil organizada para selecionar, avaliar e acompanhar a execução dos projetos.
Interessados em participar do programa devem elaborar uma proposta fundamentada no Diagnóstico dos Parques do Distrito Federal e que esteja inserida em uma das sete linhas de ação: serviço, obras civis, conservação dos recursos naturais, paisagismo, educação ambiental, doação e manutenção de bens e acervo técnico e científico.